quarta-feira, maio 30, 2012

O PODER DO PENSAMENTO - ANNIE BESANT


"Um pensamento pode ser gerado pela consciência, causar vibrações no corpo mental, depois no astral, e fazer surgir ondas no etérico e afinal nas moléculas densas do corpo físico. Estas vibrações cerebrais afetam o éter físico, cujas vidas se movimentam até chegar ao outro cérebro, em cujas partes densa e etérica despertam vibrações. Este cérebro receptor causa vibrações no corpo astral, e a seguir no mental com ele ligado; e as vibrações no corpo mental despertam o estremecimento responsivo da consciência."


terça-feira, maio 29, 2012

Palestra em Casa: O Evangelho de Mateus à luz da Filosofia




Excelente palestra Espírita sobre o Evangelho de Mateus à luz da Filosofia.
A palestrante Espírita, Astrid Sayegh, enfatiza a consciência do ser que reconhece a essência Divina e interna em si mesmo e na busca interna por uma consciência iluminada;
A busca pela felicidade interior (Reino de Deus em nós mesmos) através de uma ação positiva no bem agir, bem pensar, sem esperar recompensas terrenas, bem como do julgamento de nossas ações onde o que é priorizado são as intenções (aspecto mais íntimo no ser)  motivadoras de nossas ações. 
A Filosofia, como instrumento da razão, cumpre seu papel, universaliza e se confraterniza com a verdade!

PAULO FREIRE

Com base no texto postado anteriormente que trata sobre a Educação do Autoconhecimento, cujos argumentos foram tão bem colocados por Joaquim Soares e por Helena P. Blavatsky, é praticamente impossível não pensar na proposta e na ação educacional de Paulo Freire, que se encaixa perfeitamente na visão da pedagogia Teosófica. 
Paulo Freire, sem dúvida, merece sua titularidade de Grande Mestre que no laboratório de nossa pátria Brasil, entre as piores crises sociais e políticas, soube deixar seu legado aos educadores e ao povo brasileiro.  
O texto a seguir encontra-se originalmente no site:  http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=0#
Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.


quarta-feira, maio 23, 2012

DIFERENÇAS ENTRE O ESTUDO E O DEBATE


Foto RBS - amanhecer colorido de hoje em Porto Alegre
“... a teosofia não é conceitual. A sabedoria não é feita de palavras. 
Ela apenas utiliza conceitos e palavras. Ela é feita de percepção direta e sem intermediação. 
As palavras são só instrumentos importantes, que devem ser usados com respeito, clareza e responsabilidade; e que, quando são bem usados, ajudam a alcançar a sabedoria.”

sábado, maio 19, 2012

LIVRE-ARBÍTRIO



LIVRE-ARBÍTRIO

De acordo com as definições a respeito do assunto, “o livre-arbítrio é a possibilidade de escolha através da vontade humana”. Entretanto, aprofundando um pouco mais, verificamos que ainda estamos longe de trabalhar apenas com a vontade, pois na maioria das vezes trabalhamos e fazemos nossas escolhas através dos nossos desejos (através do nosso quaternário inferior) e incluímos aqui todos os graus em que é possível trabalharmos esta possibilidade, conforme as variadas implicações, ou seja: religiosas, morais, psicológicas e filosóficas, sendo que em todos estes aspectos, invariavelmente, estão historicamente recheados pelo nosso egoísmo.
Vontade e desejo são aspectos distintos no ser humano, e estão diretamente relacionados com o nosso livre-arbítrio.
Basicamente o livre-arbítrio nos dá uma falsa sensação de liberdade de escolhas quando na verdade estamos apenas fazendo uma experiência, um ensaio necessário para mais tarde abdicarmos de qualquer possibilidade de seu uso, pois ainda estamos experimentando o certo e o errado, o bem e o mal, as sombras e a luz e todas as polaridades que falam de uma única coisa em pólos opostos.

Conforme dizia Helena Blavatsky, estamos vivendo “uma maldita transição”.

1. A Vontade e o Desejo.

Helena P. Blavatsky

A vontade é uma posse exclusiva do ser humano neste nosso plano de existência. Ela o distingue do animal, no qual só o desejo instintivo está desperto.

O Desejo, no seu sentido mais amplo, é a força criativa única do Universo. Neste sentido, não hádiferença entre ele e a Vontade; mas nós, seres humanos, nunca conhecemos esta forma de Desejo enquanto somos apenas humanos. Portanto, a Vontade e o Desejo são considerados aqui como conceitos opostos.

Assim, a Vontade é fruto do que é Divino, do Deus no ser humano; o Desejo é a força que movimenta a vida animal.

A maior parte dos humanos vive no desejo e através do desejo, confundindo-o com a vontade. Mas aquele que quiser vencer deve separar a vontade do desejo, e fazer com que sua vontade predomine; porque o desejo é instável e muda o tempo todo, enquanto a vontade é firme e constante.

Tanto a vontade como o desejo são absolutamente criadores, e formam o ser humano e também oambiente ao seu redor. Mas a vontade cria de modo inteligente, e o desejo cria de modo cego einconsciente. O homem, portanto, faz a si mesmo à imagem dos seus desejos, a menos que ele crie a si mesmo segundo o modelo do que é Divino, através da sua vontade, que é um produto da luz.

A tarefa do ser humano é dupla: despertar a vontade, para fortalecê-la pelo uso e pela vitória, torná-la capaz de governar com poder absoluto em seu corpo; e, ao mesmo tempo, purificar o desejo.

O conhecimento e a vontade são os instrumentos para obter esta purificação.

Texto publicado pela primeira vez em outubro de 1887. Traduzido de “Collected Writings”,H. P.Blavatsky, T.P.H., Adyar, India, volume X, p. 109.

2. As 22 Regras Herméticas Sobre Vontade.

The Theosophical Movement

Queira e Tenha.

I - Na ordem da sabedoria eterna,a vida tem como meta, com seus inúmeros testes, promover o treinamento da Vontade. Não querer e não agir é tão fatal para o homem quanto fazer o mal.Como um deus, o homem deve trabalhar o tempo todo.
II - Nas diferentes etapas da vida, é através da Vontade que a inteligência prefere mostrar-se. A Vontade é sagrada, se a percepção é justa.

III - Afirmar aquilo que é verdadeiro, e querer o que é justo, é criar. Afirmar e querer o contrário, é destruir.

IV - Quando o homem descobriu a Verdade e quer produzir Justiça,nada pode resistir a ele.

V - Para saber se um homem é, ou tem sido feliz ou infeliz, descubra em que direção está voltada a sua vontade.

VI - Uma corrente de flores é muito mais difícil de romper do que uma corrente de aço.”


Seguindo, entretanto, no que refere-se ao livre arbítrio, a LEI UNIVERSAL ainda nos concede a possibilidade do ERRO, ou seja de escolhermos acertar ou errar, escolhemos entre o bem e o mal, entre a luz e as sombras, entre o veneno e inocuidade, e a isto chamamos de experiência.

Estamos experimentando o bem e o mal, e faz apenas 2000 anos, (nem estou somando aqui os milhares de anos em que viviamos personificados na raça Atlantes) e há quem diga com ares de indignação que este tal do livre-arbítrio não é total, ou seja, algumas pessoas ainda não se sentem totalmente confortáveis em viver a experiência do livre arbítrio e parecem até revoltarem-se por sentirem que tal experiência é ainda limitada já que as consciências não estão totalmente despertas, e parecem supor que a culpa seja do próprio Universo e de suas LEIS.

Fico me perguntando se fosse o livre-arbítrio realmente uma possibilidade permanente e ilimitada, certamente nossa sociedade estaria repleta de indivíduos com o mesmo estado de ser (comportamental) de Caligola. Não obstante, ao que se refere atualmente para o estado de ser análogo ao de Caligola, é definida como personalidade Psicopata, atualmente estudada no campo da Psicológia e também no Direito Civil, visto que tal comportamento quando evidenciado em crimes bárbaros/hediondos, não advém de nenhuma patologia física ou psíquica, é apenas um modo de ser, ou seja, é mais uma personalidade.

O livre-arbítrio até hoje nos concedeu a possibilidade de provar do bem e do mal e saborear a diferença. No momento em que nossa escolha é feita assuminos compulsóriamente a responsabilidade desta escolha.
Porém nos acostumamos a pensar que esta condição é fixa/permanente e que podemos perpetuá-la indefinidamente, o que é um grande equívoco.
Quem já provou do bem e do mal e sabe bem a diferença, não pode ou nao deveria mais ERRAR! Ou pelo menos deveria errar bem menos, tendo em vista que ainda somos imprecisos e incompletos em nossa triade superior.

O livre-arbítrio é portanto uma condição transitória para a humanidade, até que esta adquira tal capacidade onde não necessitará fazer escolhas, pois só haverá a possibilidade natural de fazerem (digamos) a coisa CERTA e sem nos sentirmos em nada incomodados! É por este motivo que os seres que já ultrapassaram as fronteiras entre a vontade e desejo, do bem e o mal, não recolhem mais karma, pois quando passamos da condição de estarmos fora da Lei (mesmo que mergulhados nela até o pescoço) e passamos para a condição de vivermos dentro dela, confortavelmente, e para ELA, então estaremos livres do livre arbítrio, até porque já não dependeremos de um corpo físico ou melhor dizendo, do complexo quaternário inferior humano, tão pouco de um mundo físico, onde há a obrigatoriedade permanente de luz e sombra (bem e mal).

Não somente o livre arbítrio é uma condição transitória como o próprio karma (Ação e Reação), que nada mais é do que o resultado de toda e qualquer ação ou até mesmo da inação, benéfica ou má, pois é uma característica inerente ao mundo manifestado (mundo físico).

Cabe a cada um de nós, através em um trabalho consciente e por esforços individuais e instransferiveis, assumirmos definitivamente a responsabilidade pelos nossos sucessos ou fracasos. Pois ainda estamos sob a condicionante do livre-abítrio. Caso contrário, estaremos sempre a perpetuar uma eterna viagem de encarnações em encarnações neste ou em outros planetas de forma inconsciente, adormecida.

Não é o fato de encarnar e voltar a encarnar que torna o processo penoso, mas sim de ir e vir de forma inconsciente, sem conquistarmos sequer a nossa própria luz interior, sem reconhecer a origem divina em nós!

Deixo aqui a certeza de que tudo quanto por UM seja alcançado repercutirá no TODO, por simples vibração e atração ao bem COLETIVO, pois que o AMOR é por natureza contagiante, porém para sentí-lo é preciso que cada um afine seu instrumento, pois na sinfonia do Universo já não devemos mais desafinar.

                                                                                               (Vera Boff – 18/05/2012)

sexta-feira, maio 04, 2012

Desconstrução do Mito de Jesus Cristo - Sem Cortes

Um mito (do grego antigo μυθος, translit. "mithós") é uma narrativa de caráter simbólico, relacionada a uma dada cultura. O mito procura explicar a realidade, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis. Ao mito está associado o rito. O rito é o modo de se pôr em ação o mito na vida do homem - em cerimônias, danças, orações e sacrifícios. O termo "mito" é, por vezes, utilizado de forma pejorativa para se referir às crenças comuns (consideradas sem fundamento objetivo ou científico, e vistas apenas como histórias de um universo puramente maravilhoso) de diversas comunidades. No entanto, até acontecimentos históricos se podem transformar em mitos, se adquirem uma determinada carga simbólica para uma dada cultura. Na maioria das vezes, o termo refere-se especificamente aos relatos das civilizações antigas que, organizados, constituem uma mitologia - por exemplo, a mitologia grega e a mitologia romana.
O mito é o nada que é tudo. 
O mesmo sol que abre os céus 
É um mito brilhante e mudo.
Fernando Pessoa

terça-feira, maio 01, 2012

A Profecia Celestina

Um antigo manuscrito é encontrado nas florestas peruanas, contendo nove visões que a humanidade precisa conhecer. Este foi o ponto de partida do best-seller A Profecia Celestina, de James Red Field, um romance cheio de ação e revelações, agora em magnífica produção de Hollywood. No filme, o espectador mergulha na heróica missão do autor, interpretado por Matthew Settle, em sua aventura para chegar no alto das montanhas dos Andes e compreender o significado contido nas nove visões anunciadas em polêmicos manuscritos. Título Original: The Celestine Prophecy Gênero: Drama/Espiritualista Direção: Armand Mastroianni Elenco: Matthew Settle, Thomas Kretschmann, Sarah Wayne Callies, Annabeth Gish Tempo: 100 min. Lançamento: 2006 Antes de começar a assistir o filme, dê o play e em seguida dê o pause. Aguarde alguns minutos para o vídeo carregar um pouco e não travar.