segunda-feira, agosto 16, 2010

O DIVINO PIMANDRO - HERMES TRISMEGISTUS

Para quem aprecia um bom livro, um bom estudo sobre a obra Doutrina Secreta aqui vai um presente que irá complementar um pouco mais seus estudos, principalmente no que diz respeito ao "nascimento simultâneo do homem em sete divisões do nosso Globo".Quando tomamos para leitura a obra  de H.P. Blavatsky - A Doutrina Secreta (Síntese da ciência, da religião e da filosofia) - Volume III - Antropogênese, passamos nossos olhos rapidamente nas Notas Preliminares sobre as Estâncias Arcaicas e os quatro continentes Pré-Históricos. Depois que terminamos a leitura da Obra, eu diria que é muito interessante uma retomada destas notas preliminares para que tenhamos uma melhor compreensão do que a autora (HPB) nos queria revelar.Bons Estudos!

quinta-feira, julho 15, 2010

MAIS UMA DA SÉRIE: Morro e não vejo tudo!

Tenho um grande amigo que usa o pseudônimo de Yosho-San, uma figura rara, cujo senso de humor, dentre outras qualidades é uma das suas marcas registradas. Vez por outra ele me manda uns e-mails que valem a pena serem postados. E este em especial é realmente muito curioso.
Yosho, gostei tanto da "chamada" que vai virar um marcador aqui no Blog!


"David Morales Colón, um porto-riquenho de 22 anos, foi assassinado no dia 22 de abril a tiros e virou notícia nos Estados Unidos. O mais interessante nesta notícia é o fato de que não foi o assassinato que chamou a atenção da mídia, e sim o seu velório.
Ao invés do tradicional caixão, a família de David optou por algo menos ortodoxo:
Contratou uma agência funerária e pediu para que o colocasse em cima de sua moto Repsol-liveried Honda CBR600 F4
como se estivesse andando nela, e a agência funerária fez um trabalho de primeira."




Maravilhas da engenharia: O 'Rocks Wedded'

Meoto-Iwa ou "As Rochas Marido e Mulher" tem este nome devido duas divindades xintoístas japoneses: Izanagi e Izanami.
Elas representam uma união duradoura: o que as juntam é uma corda pesada de palha de arroz ou shimenawa. 
Juntas, elas sentam-se no mar perto da costa de Ise, Japão.



A sensatez de Herbert Viana - Pura verdade



Cirurgia de lipoaspiração.
por Herbert Vianna

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos "lipo-as e muito mais piração?"

Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a auto imagem. Religião é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação.

Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.

Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.

A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?

A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.

Não importa o outro, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.

Ok, eu tambem quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...

Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bilímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, e não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.

Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

"Cuide bem do seu amor, seja ele quem for."Herbert Vianna
Cantor e compositor

PS: Segundo comentário feito em 05/02/10 esse texto pertence a Rosana Hermman blogueira e jornalista.


Nota deste blog: Não sei exatamente de quem é o texto. Seja ele de quem for trata-se de uma verdade e merece ser lido.
Parabéns ao autor!

quarta-feira, junho 16, 2010

Admiração, Inveja e Amor - Flávio Gikovate

A busca de destaque social através do sucesso em alguma área de atividade (que é a forma usual da manifestação adulta do exibicionismo e que chamamos de vaidade) teria por finalidade atenuar a sensação de desamparo, solidão e insignificância, sensações geradoras de brutal desespero, especialmente para aquelas pessoas que, em virtude de sua inteligência, são mais conscientes destas propriedades da condição humana. Apenas algumas observações serão suficientes para demonstrar que este caminho não leva a parte alguma, a não ser uma relativa neutralização da sensação de insignificância que, ainda assim, necessita permanentemente de reforços derivados de novos feitos, capazes de chamar a atenção das outras pessoas.

O respeito para com o outro - Flávio Gikovate

A maioria das pessoas se diz respeitosa e não o é na prática mais elementar da vida cotidiana, quando o seu próprio linguajar é permanentemente autoritário. Algumas outras criaturas aprenderam a se comportar de modo mais respeitoso; estas parecem que conseguem dialogar com pessoas que pensam de modo diferente, colocar ponderadamente seus argumentos e ouvir os do seu interlocutor. Mas no íntimo se tornam irritadiços (e isto às vezes transparece) e seus diálogos interiores são sempre de desprezo pelo modo de pensar do outro, visto como burro ou desonesto. Não é nada fácil admitir que alguém pense diferente de nós sem isto nos irritar profundamente e todos nós sabemos que isto funciona assim; podemos deixar vazar nossa prepotência ou agirmos de modo educado e político; mas é extremamente difícil ser verdadeiramente respeitoso.


E não deixa de ser surpreendente que uma coisa assim simples seja tão difícil de ser conseguida como uma vivência interior sincera e consistente; é por isso que não acredito nas fórmulas fáceis e rápidas para quem pretende ser livre. É natural que a questão do respeito seja comprometida com profundos processos emocionais — processos de grande importância para o equilíbrio da pessoa — pois senão seria mais fácil de se superar este obstáculo. Uma das situações onde estes aspectos podem muito bem ser observados é no seio da vida familiar e principalmente na relação amorosa homem-mulher. Quando o marido se apercebe de que a mulher não está de acordo com algum ponto de vista seu (sim, porque muitas vezes ele nem dá chance dela se manifestar) isto provoca nele uma irritação descomunal, na maioria das vezes absolutamente desproporcional à magnitude dos fatos em questão. Ele grita, envolve outros dados da vida íntima na briga, faz discursos de persuasão, diz mesmo que a mulher é burra e não entende nada (e como os homens dizem isto com facilidade!), se sente profundamente ofendidos e podem ficar vários dia de “máu”. A mulher o acusa de machista, de prepotente e desrespeitoso, o que é verdade; não diz que ele é burro — porque se não apanha — mas pensa; se sente igualmente ofendida e irritada não apenas pelo comportamento do marido — apesar de que ele muitas vezes pensa que é só por causa disto — mas porque a divergência provoca nela a mesma sensação desagradável.

A dolorosa sensação que deriva da falta de coincidência de pontos de vista é a de abandono, de desamparo, de se sentir só. E isto fica mais evidente nas ligações amorosas justamente porque elas existem como um importante atenuador desta que é uma das peculiaridades da condição humana; afinal, as pessoas se ligam sentimentalmente justamente para não viverem o estado que se chama de solidão. Quando uma opinião diverge volta a dolorosa consciência de que se é só, e isto é vivido como uma espécie de traição do outro, um abandono, uma deslealdade; da acusação ao outro deriva a raiva e a irritação em sua direção, coisa mais fácil de ser vivenciada do que o desamparo, o ser só. Todos nós temos como primeira tendência o colocar o dedo para fora, acusando o outro de nossos infortúnios, acho sempre muito importante conseguirmos virar o dedo para dentro e tratarmos de nos perguntar porque é que tal atitude de outro repercutiu tanto sobre nós, em que ponto fraco nosso nos sentimos tocados e como fazermos para nos aprimorarmos ao invés de tentarmos modificar o outro (o que, além de desrespeitoso, é sempre ineficaz).
A irritação é menor em relacionamentos menos importantes do ponto de vista afetivo, mas existe do mesmo modo. E se dá sempre da mesma forma, isto é, quando existem diferenças de opinião. Até mesmo quando estamos lendo um artigo de jornal ou um livro o processo é similar: gostamos dos autores que pensam de modo parecido como o nosso e achamos meio idiota o texto — e seu autor — que contém opiniões divergentes. Assim, nunca aprendemos nada de novo, pois só lemos os livros com os quais concordamos e cujo conteúdo de certa forma já conhecemos; ou seja, só lemos os livros que não precisamos ler. Os outros nós largamos no meio, porque são “chatos” ou idiotas...

Dá para ser feliz...apesar do medo.

Vídeo da participação do Dr. Flávio Gikovate no programa Pra Você da TV Gazeta. Programa exibido em 30/04/07. 






sábado, junho 12, 2010

POR QUE É TÃO DIFÍCIL SE RELACIONAR?

Porque você ainda não é. Há um vazio interior e o medo de que ao se relacionar com alguém, mais cedo ou mais tarde, você será exposto como sendo vazio. Por isso parece mais seguro manter distância das pessoas, pelo menos você pode fingir que é.
Você não é. Você ainda não nasceu, é apenas uma potencialidade. Você ainda não esta preenchido e só duas pessoas preenchidas podem se relacionar. Relacionar-se é uma das melhores coisas da vida: relacionar-se significa compartilhar. Mas antes de poder compartilhar, você tem que ter. E antes de poder amar, você deve estar cheio de amor, transbordando de amor.