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terça-feira, setembro 12, 2017
sexta-feira, outubro 17, 2014
Giant Foot Print 200 Million Yrs Old - South Africa
quinta-feira, junho 28, 2012
QUEM SOMOS NÓS?
sábado, junho 09, 2012
CARL SAGAN - COSMOS
Cosmos - foi uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980. A série Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan e por meios técnicos adequados.
Filmagens
Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa Cosmos abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas. O segredo desta série de treze horas foi o talento de comunicador de Sagan, capaz de desmitificar o que até então fora informação científica inacessível. A versão escrita deste programa continua a ser o livro de divulgação científica mais vendido da história.
Lançamentos
Editada recentemente pela Cosmos Studios (parte de uma fundação criada para a divulgação científica), a versão DVD da série disponibiliza um total de 780 minutos de material, distribuidos por 13 episódios de 60 minutos cada (cada epsiódio está repartido em 13 capítulos de acesso directo). Os materiais incluidos na edição DVD foram revistos pelo próprio Carl Sagan e pela sua esposa e ajudante, Ann Druyan, e após cada episódio encontrará uma apresentação das actualizações e novas descobertas científicas feitas nas matérias expostas desde o lançamento original da série nos anos 80. A partir de março de 2008 o canal brasileiro TV Escola começou a reapresentar este documentário dublado em português.
Inspirações
O cientista brasileiro Marcelo Gleiser apresentou em 2006, no Fantástico, uma serie denominada Poeira das Estrelas, um programa de divulgação científica feito nos moldes de Cosmos, segundo Gleiser, o nome de tal série foi dada graças a uma frase dita por Carl Sagan na série Cosmos dizendo que: "Todos nós somos seus filhos", tal episódio da série de Sagan contava sobre estrelas, Gleiser remodelou tal frase dizendo no primeiro episódio de Poeira das Estrelas: "... uma vez o astrônomo americano Carl Sagan disse que somos todos 'Poeira das Estrelas'".
Episódios:
01-As margens do oceano cosmico
02-Uma voz na sinfonia cosmica
03-A harmonia dos mundos
04-Céu e inferno
05-O planeta vermelho
06-A saga dos viajantes
07-O esqueleto da noite
08-Viagens pelo tempo e espaço
09-A vida das estrelas
10-O limite da eternidade
11-A persistencia da memória
12-Enciclopedia galactica
13-O futuro da terra
Obrigada Carl Sagan!
segunda-feira, abril 30, 2012
sexta-feira, março 25, 2011
terça-feira, junho 08, 2010
Documentário BBC - Terra: O Poder do Planeta
Sinopse:
Prepare-se para presenciar um verdadeiro e assombroso espetáculo. Mergulhe em oceanos e escale montanhas para conhecer o catastrófico passado e o violento presente de nosso planeta. Os eventos aqui registrados são assustadores e fascinantes! Você sabia que todos os anos uma média de 18.000 meteoritos cai na Terra; que apenas 7,4 km abaixo de você a temperatura chega a 3.000 graus; ou que o topo do Monte Everest um dia já foi o fundo do oceano? Fique por dentro da história da Terra, explore a Lua com os astronautas da Apollo, esteja presente na maior exploração subterrãnea do mundo. Veja o mais antigo artefato geológico da Terra - uma rocha de 3.7 bilhões de anos. Descubra como a África e a América do Sul se separaram milhões de anos atrás. Testemunhe os efeitos devastadores de um terremoto e de um vulcão em erupção. Você não vai acreditar no poder deste extraordinário planeta!
Esse documentarário não tem nada haver com religião. Ou melhor, tem tudo haver. São uma das inumeras provas da existência e do poder criador de Deus. cada parte e elemento do nosso planeta é cuidadosamente planejado e calculado. Jamais isso poderia ser obra do acaso, mas sim, de uma força inteligente muito superior para criar e planejar tudo. O nosso Deus. A ele seja o poder a honra e a glória para todo o sempre. amém.
1º Vulcões
2º Atmosfera
3º Gelo *
4º Oceanos
5º Terra Rara
sábado, maio 29, 2010
sexta-feira, maio 28, 2010
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Marcas gigantes no solo da Amazônia intrigam cientistas
Confira mapa de satélite com os misteriosos desenhos ancestrais.
Do Globo Amazônia, com informações do Fantástico
Elas passaram séculos escondidas pela floresta. Agora, com o desmatamento para a criação de gado, estão aparecendo cada vez mais. Os geoglifos são formas perfeitas escavadas no solo, espalhadas pelo extremo oeste da Amazônia.
Serão vestígios de uma sociedade desconhecida? Ou restos do lendário reino de Eldorado, com que tantos exploradores sonharam?
Segundo o paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, os geoglifos formavam um grande sistema que se estendia por centenas de quilômetros nessa região da Amazônia. Ranzi fazia parte da equipe que descobriu os desenhos, em 1977. Mas foi só nos últimos tempos que o número de achados disparou, graças a fotos de satélite disponíveis na internet. Já são quase 300 geoglifos - de alguns, os pesquisadores nunca chegaram perto.
São Paulo é a segunda cidade brasileira em número de mortes por raios
Período de 16 a 20 de fevereiro é o mais perigoso.
Do G1, em São Paulo, com informações do Fantástico
Na segunda quinzena de fevereiro começa a época mais perigosa do ano para a incidência de raios. É no período de 16 a 20 de fevereiro que está concentrada a maior ocorrência de descargas elétricas no país. Das mortes, 14% ocorrem dentro de casa. Em todo o Brasil, 10% dos óbitos causados por raios são em campos de futebol.
Levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat/INPE) mostra que Manaus lidera as mortes por raio. Foram 16 entre 2000 e 2009. Os moradores da capital do Amazonas seriam mais vulneráveis porque diariamente milhares deles precisam usar barcos como meio de transporte. O fato de a água ser um bom condutor de eletricidade facilita a descarga elétrica.
São Paulo é a segunda cidade onde mais gente morreu vítima de descargas elétricas nos últimos dez anos. Foram 14. Na quarta-feira (3), um costureiro boliviano morreu no Centro da cidade.
A recomendação dos especialistas não tomar banho, evitar usar o telefone fixo e o celular se ele estiver conectado ao carregador durante os temporais e se afastar de janelas metálicas, da geladeira e de tomadas.
Ao todo, 1.321 brasileiros morreram atingidos por raios, entre 2000 e 2009, segundo o Elat/INPE. O número é dez vezes maior que o de mortes provocadas pela febre amarela, por exemplo.
sábado, janeiro 30, 2010
Licença para Belo Monte deve sair na segunda-feira
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O Ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, deve anunciar na segunda-feira a liberação da licença ambiental prévia da Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. Segundo fonte do setor, que preferiu não ser identificada, está marcada para as 16 horas de segunda-feira uma reunião na qual o ministro deve anunciar a liberação da licença. Diante disso, o Ministério de Minas e Energia já trabalha com hipótese de realizar a licitação em abril.
Vista aérea de Altamira (PA), proximo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte,
no Rio Xingu -Clique na imagem para ampliar.
A falta da licença levou ao adiamento da licitação, que estava marcada para dezembro de 2009. Agora, o ministério terá condições de liberar o edital, assim como divulgar o preço-teto para a disputa. Hoje, a expectativa é que o projeto entre em operação em 2015.
De acordo a fonte, uma das principais novidades da licença diz respeito às ações de mitigação dos impactos socioambientais da usina. Tradicionalmente, a elaboração dos programas de mitigação pelos investidores ocorre durante a fase de formulação do Projeto Básico Ambiental (PBA), na etapa de obtenção da licença de instalação. "Para Belo Monte, porém, o Ibama antecipou esse processo, exigindo a definição dessas ações na etapa de obtenção da licença prévia", explicou.
O Brasil não precisa de Belo Monte Por Célio Bermann em 10/04/2002
A Bacia Hidrográfica do Rio Xingu está correndo o risco de se tornar uma jazida de megavates cara e inútil, social e ambientalmente insustentável.
A insistência com que, atualmente, a empresa Eletronorte procura viabilizar o projeto da Usina de Belo Monte é uma evidência deste risco. Localizado no rio Xingu, o projeto com 11.182 MW faz parte de um complexo que envolve outras quatro usinas: Altamira (6.588 MW), Ipixuna (1.900 MW), Kakraimoro (1.490 MW) e Jarina (620 MW). Mais de 20 etnias indígenas vivem no rio Xingu.
Como funcionam as usinas hidrelétricas
Impactos ambientais na construção de hidrelétricas
Os impactos ambientais das usinas hidrelétricas é motivo de polêmica nas discussões atuais sobre desenvolvimento sustentável. Como praticamente qualquer atividade econômica, as hidrelétricas causam impactos negativos ao ambiente. A grande questão dos cientistas é saber qual a real dimensão do impacto e como eles podem ser amenizados, já que, dentro das fontes energéticas atuais, as hidrelétricas são consideradas fontes de energia renovável, ao contrário das fontes energéticas à base de combustíveis fósseis, por exemplo.
Os primeiros impactos ambientais acontecem durante a construção das hidrelétricas. Como já foi visto, para que a usina funcione é necessário um reservatório. Sua construção acaba afetando consideravelmente a fauna e flora local. De uma hora para outra, a floresta vira lago. Essa mudança, se não for bem orientada, pode acabar com a flora local. Além do corte das árvores, muitas espécies acabam submersas e, conseqüentemente, morrem, criando uma espécie de limbo. Essa flora, em alguns casos, chega a atrapalhar o próprio funcionamento das turbinas no primeiro momento, obrigando a limpezas sistemáticas das mesmas.
Como funciona a energia eólica
História da energia eólica
Já há quatro milênios as pessoas usavam a energia eólica na forma de barcos à vela no Egito. As velas capturavam a energia no vento para empurrar um barco ao longo da água. Os primeiros moinhos de vento, usados para moer grãos, surgiram entre 2 mil a.C., na antiga Babilônia, e 200 a.C. na antiga Pérsia, dependendo de para quem se pergunta. Estes primeiros dispositivos consistiam em uma ou mais vigas de madeira montadas verticalmente, e em cuja base havia uma pedra de rebolo fixada ao eixo rotativo que girava com o vento. O conceito de se usar a energia do vento para moer grãos se espalhou rapidamente ao longo do Oriente Médio e foi largamente utilizado antes que o primeiro moinho de vento aparecesse na Europa. No início do século XI d.C., os cruzados europeus levaram o conceito para casa e surgiu o moinho de vento do tipo holandês com o qual estamos familiarizados.
Índios e agricultores temem construção de hidrelétrica no Pará
Se construída, Belo Monte deve inundar 1.241 propriedades rurais.
Ibama deve conceder licença prévia para a obra em fevereiro.
Do Globo Amazônia, com informações do Globo Rural (28/01/10
A Usina de Belo Monte, no Pará, se construída, será a terceira maior hidrelétrica do mundo e a segunda maior do Brasil, atrás apenas de Itaipu.
Ela ainda aguarda licença prévia ambiental do Ibama para sair do papel, mas já vem gerando polêmica há três décadas.
A usina terá dois reservatórios no Rio Xingu: a barragem principal ficará próxima de Altamira, de onde deverão sair canais que serão construídos para abastecer um segundo reservatório rio abaixo, numa área que pertence ao município de Vitória do Xingu.
Os estudos de impacto ambiental mostram que os dois reservatórios de Belo Monte devem provocar inundação total ou parcial de pelo menos 1.241 propriedades rurais, onde vivem quase 3 mil agricultores. O levantamento também indica que em 78% desses imóveis são desenvolvidas atividades ligadas à agricultura familiar e à pecuária bovina.
As famílias atingidas terão que ser reassentadas em outras áreas e devem receber indenização pelas benfeitorias. O agricultor João Pereira se enquadra nesse caso. Toda semana, ele leva para a feira de Altamira as frutas e legumes que produz na roça. Agora, tem receio de perder tudo o que construiu em 25 anos de trabalho.
“Nós vivemos desses produtos. Se formos ser tirados para outro lado, não sei para onde vamos e não sei como vamos sobreviver. É para isso que queremos uma solução”, diz.
A construção de Belo Monte poderá custar até R$ 30 bilhões. Em dez anos, deve gerar de 18 a 20 mil empregos diretos. Ainda assim, o projeto desperta polêmica há quase três décadas. Além dos agricultores, as críticas vêm de comerciantes e representantes dos movimentos sociais.
“Eu não queria que esse governo entrasse na história como um governo que arrasou a área do Xingu, que arrasou com esses povos e não colocou alternativas para que esses povos possam sobreviver”, falou dom Erwin Krautler, presidente do Conselho Indigenista Missionário.
Índios
As comunidades indígenas também se mostram resistentes ao projeto. Um grupo de caciques foi a Brasília contestar a construção da hidrelétrica. “Isso já custou 20 anos da nossa história de trabalho e de sofrimento. Nós não estamos mais dispostos a fazer mais essa brincadeira de gato e rato do governo federal. Ou ele respeita nossos povos indígenas ou os povos indígenas, que já declararam guerra contra Belo Monte e é isso que vai acontecer no futuro se o povo insistir em implantar Belo Monte na nossa região”, avisou Luís Xipaia, cacique e presidente do Conselho Indígena de Altamira.
Desenvolvimento
Do outro lado estão os políticos e empresários que defendem a usina como uma grande oportunidade de desenvolvimento para a região. “Serão alagados 516 km² dessa área que já é a própria calha do Rio Xingu. Mas mesmo assim vai se perder alguma área de floresta e algumas fazendas serão alagadas. Eu acho que essa perda não é tão significativa diante do tamanho do município de Altamira, que é de 159 mil km², onde 96% ainda é de área preservada”, defende Vilmar Soares, coordenador do Fórum de Desenvolvimento da Região da Transamazônica.
Por enquanto, não há previsão para o inicio das obras. O Ibama ainda está examinando os documentos para a concessão da licença prévia. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, afirma que essa primeira licença vai exigir algumas condições dos construtores.
“A nossa mão vai ser pesada. Os condicionantes ambientais e sociais são de mais de R$ 1 bilhão em saneamento, habitação, escola técnica, adoção de parques, adoção de reservas indígenas. O projeto é importante para o país, mas vai beneficiar muito a população da região, que terá um nível de vida, de saúde e educacional muito melhores do que antes. Mais de R$ 1 bilhão serão cravados na licença como obrigações do empreendedor”, diz Minc. O ministro informa ainda que o Ibama deve conceder a licença prévia para o início da obra no mês de fevereiro.
Satélite que enxerga através das nuvens é nova arma contra o desmatamento
Brasil passou a usar as imagens de equipamento japonês.
Do Globo Amazônia, com informações do Jornal Nacional (26/01/10)
Até então, cobertura de nuvens atrapalhava monitoramento da Amazônia.
Para monitorar o desmatamento da Amazônia, o Brasil começou a usar as imagens de um satélite japonês que permite enxergar através das nuvens. Até então a cobertura de nuvens sempre foi um problema, já que a região da maior floresta tropical do mundo comumente está nublada. Na época de chuvas, certas áreas ficavam sem poder ser monitoradas durante mais da metade do ano.
O satélite japonês Alos, que fica a cerca de 700 km de altitude, emite sinais de micro-ondas que são refletidas no solo e voltam para o espaço. O sinal captado pelo aparelho é então enviado para uma base nos arredores de Tóquio, onde as informações são processadas em supercomputadores.
Oito agentes de fiscalização brasileiros estão no Japão recebendo treinamento para usar as imagens do Alos. Novas áreas de desmatamento que surgiram no final do ano passado já foram detectadas e enviadas para o Brasil. As imagens japonesas, além de indicarem os pontos de devastação e a melhor maneira de a fiscalização chegar até eles, servirão como prova contra desmatadores ilegais nos tribunais.
domingo, janeiro 24, 2010
Sexto Sentido - Pattie Maes
Pattie Maes, é pesquisadora do MediaLabs do MIT, (Massachussets Institute of Technology, para quem não sabe esse é um dos maiores, se não o maior dos, Institutos de pesquisa científica do mundo) e apresenta o "Sexto Sentido", um dispositivo tecnológico que pode vir a mudar nossa vida no futuro.
As imagens que serão mostradas podem parecer estranhas no começo mas insista e começará a entender a nova invenção que está sendo apresentada. Então, ao ver as suas aplicações diárias, comece a deixar o espanto tomar conta de você.
Se houver dificuldade com o inglês, basta escolher legendas em Portuguese (Brazil) ou outra de sua preferência, logo abaixo da tela de vídeo em Wiew Subtitles.
Prepare-se para ver o futuro......
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