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terça-feira, janeiro 02, 2018

O Jardim das Aflições A maior força que existe é a personalidade - Olavo de Carvalho

Sinopse O percurso biográfico, a rotina e o pensamento do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, esses são os eixos temáticos do documentário de longa-metragem O jardim das aflições. O filme retratará o cotidiano do filósofo na sua casa em Colonial Heights, estado da Virgínia (EUA), onde reside atualmente, captando a atmosfera de trabalho intelectual, convívio familiar e, principalmente, o seu pensamento filosófico no que concerne à autonomia da consciência individual em oposição à tirania da coletividade. A contraposição entre a vida cotidiana e a transcendência filosófica será o eixo de sustentação do documentário.

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quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Bhagavad Gita - (em áudio)

Bhagavad-gita, a Essência do Conhecimento Védico
Os Vedas são a fonte original de todo e qualquer conhecimento e sua origem é transcendental. Desse modo, não há ramo de conhecimento material ou espiritual que não esteja contido nos textos védicos originais. O conhecimento de uma pessoa sob a influência da energia material está sempre sujeito a quatro tipos de defeitos: sua mente e intelecto têm a forte tendência de se iludir, seu comportamento está sempre manchado de erros, seus sentidos de percepção são defeituosos e limitados e, para satisfazer seus interesses pessoais, ela é capaz de enganar as outras pessoas. Na verdade, é comum que uma pessoa na plataforma material manifeste um ou mais destes defeitos de uma só vez.
No entanto, devemos compreender que o conhecimento védico não possui nenhum destes defeitos, pois foi transmitido pela Pessoa Suprema -- uma fonte completamente transcendental. O receptor original deste conhecimento foi o primeiro ser vivo, o Senhor Brahma, o qual existiu antes mesmo da criação material. Brahmaji foi dotado de poder pelo Senhor para criar o mundo material com o propósito de dar uma nova oportunidade às almas condicionadas que não alcançaram a liberação na criação anterior. Depois de cumprir esta missão, Brahma transmitiu este conhecimento védico ao sábio Narada que, por sua vez, o transmitiu a seu discípulo Vyasadeva que, com o propósito de preservá-lo, registrou-o na forma literária.

segunda-feira, abril 22, 2013

Como Viver a Sabedoria?

Publicado em 20/08/2012 Esta palestra foi ministrada pelo diretor da Nova Acrópole Brasíl, prof. Luis Carlos Marques, e filmada ao vivo. Assista os outros vídeos que temos disponíveis em nosso canal. Nova Acrópole é uma escola internacional de filosofia à maneira clássica, ou seja, filosofia prática, que faz uma ponte entre a teoria e a vida cotidiana. Acesse nosso site, descubra a filial mais próxima de você e participe de uma de nossas atividades! www.acropole.org.br Dúvidas ou comentários? Escreva para brasilia@acropole.org.br

domingo, abril 14, 2013

O Enigma Da Vinci

Publicado em 18/04/2012
Esta palestra foi ministrada pelo diretor da Nova Acrópole Brasíl, prof. Luis Carlos Marques, e filmada ao vivo. Assista os outros vídeos que temos disponíveis em nosso canal.

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sábado, abril 13, 2013

RAMAYANA - THE EPIC


Trecho da Carta-Testamento de Ravana, após derrotado por Rama:

"Senhor Narayana, és a testemunha; fazes a Lua caminhar em resplendor e as estrelas se desvanecerem à luz do dia. 
    
Querido Rama, Senhor dos Mundos...pensa e recorda que prometeste a Indra matar-me para sempre... nada é para sempre, senão tu mesmo. Se não morresse por tua mão, de que outra maneira poderia eu fazer para me aceitares em teu próprio Eu?

Eu era apenas um rakshasa, e tu eras muito difícil de abordar. Entretanto, buscando a sabedoria, aprendi muita coisa. Não sabes de novo quem és. Eu o soube durante todo o tempo, mas mesmo assim não o sabes. Nada que fazes se malogra, basta um olhar dos teus olhos para que o povo torne a cantar as boas e velhas canções.

Não pedi proteção contra os homens. Vais a toda a parte e conheces todas as coisas que já foram feitas ou que o serão um dia. Por que fui tão descuidado? Eu não era descuidado em parte alguma! Óh Narayana, olha, eu olhei, maravilhei-me...Os Homens são minas, os homens são minas preciosas. Ó Rama, julgaste que o escuro era mau?

Vês tudo o que acontece e amparas todas as criaturas. Vi que o céu era impermanente, e que o próprio Inferno não perdurava. Descobri que o tempo de cada existência é apenas um dia cheio, e vi que todas as criaturas, separadas de ti, de quando em quando, renascem, sempre mudando. Não gosto das coisas que vêm e vão, e passam com o Tempo, e odeio o próprio Tempo. Adverti-o, quando nos encontramos pela primeira vez, que eu o tomava por inimigo, eu mesmo lhe disse isso.

Oh tu, que és o melhor dos homens, existem muitas espécies de Amor, e nunca as feri. Vali-me de Lakshmi a fim de atrair-te para cá. Ofereci-te minha vida, e tu a aceitaste.

És Narayana que se move sobre as águas. Fluis através de todos nós. És Rama e Sita nascida da Terra, e Ravana, o Rei dos Demônios; és Hanuman como o Vento, és Lakshamana como o espelho, és Indrajit e Indra, és o Poeta e os Atores e a Peça. E, nascido como homem, tu te esqueces disso, perdes a memória e enfrentas de novo a ignorância do homem, como a enfrentarás sempre.

Portanto, acolhe de volta, com amor, a tua Sita. A guerra acabou, e assim, fechamos a nossa carta."

Embora a carta como um todo seja de uma beleza que dispensa qualquer comentário, lembrar de alguns detalhes da obra ajuda a entendê-la. Ravana obteve de Brahma, como pedido, após 10.000 anos de ascetismo, não poder ser morto por Deuses ou Demônios, mas “se esqueceu” dos homens, o que foi considerado “um descuido”. Aqui, ele mostra claramente que não se esqueceu de nada. Deslumbrou-se com os homens, “minas preciosas”, e deu a eles a oportunidade da batalha, para que pudessem domar esse lado “diabólico”, destruidor, incorporando-o em seu próprio Eu. Por isso, rapta a princesa Sita, atraindo Rama para a batalha de seu resgate, que é também o resgate de si mesmo. Ravana reitera, na carta, que não poderia ser morto para sempre, pois “nada é para sempre, senão tu mesmo” . o aspecto divino que reside adormecido no ser humano. Ou seja, a batalha jamais cessa, e se renova a cada homem. 
(Contribuição: Prof. Lúcia Helena Galvão)

O Clássico Indiano RAMAYANA


Publicado em 02/03/2012
Esta palestra foi ministrada pela diretora da Nova Acrópole Brasília, profª. Lúcia Helena Galvão, e filmada ao vivo. Assista os outros vídeos que temos disponíveis em nosso canal.

Nova Acrópole é uma escola internacional de filosofia à maneira clássica, ou seja, filosofia prática, que faz uma ponte entre a teoria e a vida cotidiana.
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quarta-feira, janeiro 23, 2013

GALILEU

O filme é uma adaptação da peça de Bertolt Brecht, produzido nos anos 1970. Mantém um tom dramático bastante próximo da linguagem teatral é tem um sentido bastante didático. Trata-se de um excelente filme capaz de entreter não somente adultos, mas também jovens e talvez mesmo crianças (o fato desta versão ser legendada talvez dificulte um pouco o acesso aos mais novos).

O Concerto - Filme completo

Dirigido por Radu Mihaileanu Com Mélanie Laurent, François Berléand, Miou-Miou mais Gênero Comédia dramática Nacionalidade Bélgica , Itália , Rússia , Romênia , França

terça-feira, junho 26, 2012

ENCONTRO COM HOMENS NOTÁVEIS





Enviado por Yoguineananda em 14/08/2010
"Meetings with Remarkable Men" é um filme britânico dirigido em 1979 por Peter Brook e baseado no livro de Gurdjieff de mesmo nome. Filmado no Afeganistão (exceto pelas seqüencias de danças, que foram filmadas na Inglaterra), estreou com Terence Stamp, e Dragan Maksimovic como Gurdjieff na idade adulta.
O planejamento envolve Gurdjieff e seus companheiros na busca pela verdade em um série de diálogos e vinhetas, como no livro. Diferente do livro, isto resulta na Iniciação de Gurdjieff nos mistérios da Irmandade Sarmoung. O filme é notável por tornar publicas algumas visões do "movimento Gurdjieff", o Quarto Caminho.

"Encontros com Homens Notáveis" é a autobiografia de G. I. Gurdjieff. Conta a história do ainda jovem Gurdjieff crescendo em um mundo em mudança entre as suas inexplicáveis experiências e o desenvolvimento da ciência moderna. O livro é a segunda parte da trilogia conhecida como "All and Everything" - "Tudo e Todas as Coisas" escrita por Gurdjieff entre 1924 e 1935.
O livro fala das reminiscências de Gurdjieff acerca dos vários "homens notàveis" que ele encontrou, começando por seu pai. Incluem o sacerdote Pogossiano, da Igreja Apostólica Armênia; o bêbado Soloviev (cujo nome relembra um muito-conhecido místico cristão ortodoxo), o príncipe Lubovedsky, um príncipe Russo com interesses em metafisica, e um par de outros.
No curso das descrições, Gurdjieff guia a suas histórias através de um viagem que ele próprio realizou. A princípio, pode-se dizer que Gurdjieff pretende investigar o que chama de "fábrica humana" sob o ponto o de vista da totalidade de seus centros (o motor, o instintivo, o emocional e o intelectual), harmonizando os diversos aspectos do ser. Neste ponto, é fundamental desenvolver o "conhecimento de si", por meio da "observação de si", o que ajuda o homem a conhecer a si mesmo. Para tanto, Gurdjieff não se limita à palavra escrita, mas operava em seu "trabalho" com danças sagradas (trazidas de suas andanças pelo Oriente, em particular de seu contato com os "dervixes" de Istambul e de outros países) e a música (mais tarde, transformadas em composições com a ajuda de seu discípulo De Hartmann). O próprio Gurdjieff se auto-denominava um "instrutor de dança".
O sistema de Gurdjieff parte do pressuposto de que os homens estão dormindo, são máquinas ambulantes que não sabem o que fazem. São também dominados por um Sistema corrupto. Isto porque o que geralmente achamos que é o "eu" é, na realidade, um conjunto de "eus" que povoam nossa mente, por isso temos que controlá-los através dos "eus-de-trabalho" e assim evitar cair na imaginação que, segundo Gurdjieff, nos afasta da presença.
O homem "desperto", aquele que tem consciência de si, é raro. Muitos pensam que têm consciência, porém sequer imaginam do que isso se trata. Sempre que indagado sobre a reencarnação, Gurdjieff desviava a conversa para outro foco. Um aforisma que sempre repetia era de que a "alma é um luxo". Em outras palavras, temos que conquistar níveis superiores do ser através de uma profunda busca pelo auto-conhecimento e de uma contínua busca pelo equilíbrio das energias positiva e negativa da própria natureza. O homem dotado de consciência ou vontade é muito raro.
Categoria:Educação
Tags:Gurdjieff encontros homens verdade irmandades movimento filme ciência igreja. Afeganistão visões humano conhecimento ser mistérios danças sagradas consciência alma natureza energia equilíbrio
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segunda-feira, junho 25, 2012

LIBERTE-SE DO PASSADO - KRISHNAMURTI

"Como vedes, não podeis depender de ninguém. Não há guia, não há instrutor, não há autoridade. Só existe vós, vossas relações com outros e com o mundo, e nada mais. Quando se percebe esse fato, ou ele produz um grande desespero, causador de pessimismo e amargura; ou, enfrentando o fato de que vós e ninguém mais sois o responsável pelo mundo e por vós mesmo, pelo que pensais, pelo que sentis, pela maneira como agis, desaparece de todo a autocompaixão. Normalmente, gostamos de culpar os outros, o que é uma forma de autocompaixão."

O Amor - Krishnamurti

"O amor não é produto de pensamento, que é o passado. 
O pensamento não pode de modo nenhum cultivar o amor. 
O amor não se deixa cercar e enredar pelo ciúme; porque o ciúme vem do passado. 
O amor é sempre o presente ativo. 
Não é “amarei” ou “amei”. Se conheceis o amor, não seguireis ninguém. 
O amor não obedece. 
Quando se ama, não há respeito nem desrespeito."

domingo, junho 24, 2012

O PENSAMENTO METAFÍSICO-INICIÁTICO DE Krishnamurti



Eu chorei, mas não desejo que os demais chorem; mas se o fizerem, agora sei oque isso significa. (...) É preciso que se libertem, não por minha causa, mas apesar de mim. Toda esta vida e, especialmente nos últimos meses, tenho lutado para ser livre – livre de meus amigos, dos meus livros, de minhas associações.Vocês devem lutar pela mesma liberdade. Deve haver uma constante inquietação interior. Segurem um espelho constantemente à sua frente. Se houver algo indigno do ideal que criaram para si mesmos, mudem-no. Não façam de mim uma autoridade. Se eu me tornar uma necessidade para vocês, o que farão quando eu partir? Alguns de vocês acreditam que eu possa lhes dar uma bebida que os tornará livres, que posso lhes dar uma fórmula que os libertará – mas não é assim. Eu posso ser a porta, mas vocês devem passar por ela e encontrar a libertação que está além dela... A verdade chega como um ladrão – quando menos se espera por ela. Gostaria de poder inventar uma nova língua; como não posso, gostaria de destruir a velha fraseologia e antigos conceitos. Ninguém pode lhes dar a libertação. Terão de encontrá-la dentro de si, mas porque eu a encontrei, eu lhes mostrarei o caminho... Aquele que atingiu a libertação tornou-se um instrutor. Cada um de vocês têm o poder de entrar na chama, de se tornarem a própria chama... Porque eu estou aqui, se me tiverem em seus corações, eu lhes darei a força para alcançá-la. A libertação não se destina aos poucos, aos escolhidos, aos eleitos.
Jiddu Krishnamurt

quarta-feira, junho 20, 2012

Krishnamurti em :"Quem sou eu?"



Enviado por odetriunfante em 25/04/2010
Krishnamurti em :"Quem sou eu?"
Neste momento estamos a trabalhar em mais traduções. O vídeos estão sendo alojados com a conta jkemportugues em http://vimeo.com. Deixo-vos o link para a primeira palestra de San Diego 1970. http://vimeo.com/12875010
Categoria:Educação
Tags:Krishnamurti
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