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terça-feira, fevereiro 02, 2016

Krishna Das - Kashi Vishwanath Gange

"Inclino-me para o Senhor do Noroeste (Shiva)
Cuja forma é a libertação em si.
O Brahman Supremo, sob a forma de os Vedas,
Espalhadas por todo o Universo. "
Nijam nireeham nirwikalpam nirgunam
Chidaakaasha bhajeham waasam maakaasha
Está sem atributos e além do tempo,
sem qualquer limitação, além do desejo.
Você é o céu de felicidade. Eu adoro você ".
Niraakaara tureeyam moolam monkaara
Giraa gyaana gireesham meesham goteeta
Você é o Disforme
além do Omkar que tem raízes no que você.
Está além das palavras, o conhecimento e o mundo físico,
Oh, Senhor das Montanhas ".
Karaalam kripaalam kaalam mahaakaala
Gunaagaara natoham paaram sansaara
Você é o único terrível que devora o tempo;
que devora tudo.
Você é o mais compassivo.
Todas as qualidades e atributos de experiência,
originam em você,
Mas o mundo nunca pode encontrar seu fim. "
Hara Hara Mahaadeva Shaambho (Bom Bom)
Kaashi Vishwaanaatha Gange
Eu chamo o nome de O Grande Lorde Shiva
Quem vive nas margens do Ganges em Kashi (Benares)

Krishna Das - Mahamantra Meltdown

Mantra maravilhoso em referência ao Senhor Krishna. 4ª faixa do álbum: Pilgrim Heart. Categoria Música Licença Licença padrão do YouTube Música "Mahamantra Meltdown" por Krishna Das (Google Play)

sexta-feira, janeiro 29, 2016

Krishna Das Hallelujah Chalisa - Jesus

Publicado em 28 de abr de 2013 Krishna Das - Hallelujah Chalisa -- Jesus Jesus of Nazareth. Music by Krishna Das. The photos are taken from the movie, Jesus of Nazareth (1977).

domingo, agosto 02, 2015

QUEM É SAI BABA?

Publicado em 21 de abr de 2013 
Sai Baba escreveu na história da Índia exemplos de amor ao próximo que jamais serão esquecidos.

sábado, abril 13, 2013

RAMAYANA - THE EPIC


Trecho da Carta-Testamento de Ravana, após derrotado por Rama:

"Senhor Narayana, és a testemunha; fazes a Lua caminhar em resplendor e as estrelas se desvanecerem à luz do dia. 
    
Querido Rama, Senhor dos Mundos...pensa e recorda que prometeste a Indra matar-me para sempre... nada é para sempre, senão tu mesmo. Se não morresse por tua mão, de que outra maneira poderia eu fazer para me aceitares em teu próprio Eu?

Eu era apenas um rakshasa, e tu eras muito difícil de abordar. Entretanto, buscando a sabedoria, aprendi muita coisa. Não sabes de novo quem és. Eu o soube durante todo o tempo, mas mesmo assim não o sabes. Nada que fazes se malogra, basta um olhar dos teus olhos para que o povo torne a cantar as boas e velhas canções.

Não pedi proteção contra os homens. Vais a toda a parte e conheces todas as coisas que já foram feitas ou que o serão um dia. Por que fui tão descuidado? Eu não era descuidado em parte alguma! Óh Narayana, olha, eu olhei, maravilhei-me...Os Homens são minas, os homens são minas preciosas. Ó Rama, julgaste que o escuro era mau?

Vês tudo o que acontece e amparas todas as criaturas. Vi que o céu era impermanente, e que o próprio Inferno não perdurava. Descobri que o tempo de cada existência é apenas um dia cheio, e vi que todas as criaturas, separadas de ti, de quando em quando, renascem, sempre mudando. Não gosto das coisas que vêm e vão, e passam com o Tempo, e odeio o próprio Tempo. Adverti-o, quando nos encontramos pela primeira vez, que eu o tomava por inimigo, eu mesmo lhe disse isso.

Oh tu, que és o melhor dos homens, existem muitas espécies de Amor, e nunca as feri. Vali-me de Lakshmi a fim de atrair-te para cá. Ofereci-te minha vida, e tu a aceitaste.

És Narayana que se move sobre as águas. Fluis através de todos nós. És Rama e Sita nascida da Terra, e Ravana, o Rei dos Demônios; és Hanuman como o Vento, és Lakshamana como o espelho, és Indrajit e Indra, és o Poeta e os Atores e a Peça. E, nascido como homem, tu te esqueces disso, perdes a memória e enfrentas de novo a ignorância do homem, como a enfrentarás sempre.

Portanto, acolhe de volta, com amor, a tua Sita. A guerra acabou, e assim, fechamos a nossa carta."

Embora a carta como um todo seja de uma beleza que dispensa qualquer comentário, lembrar de alguns detalhes da obra ajuda a entendê-la. Ravana obteve de Brahma, como pedido, após 10.000 anos de ascetismo, não poder ser morto por Deuses ou Demônios, mas “se esqueceu” dos homens, o que foi considerado “um descuido”. Aqui, ele mostra claramente que não se esqueceu de nada. Deslumbrou-se com os homens, “minas preciosas”, e deu a eles a oportunidade da batalha, para que pudessem domar esse lado “diabólico”, destruidor, incorporando-o em seu próprio Eu. Por isso, rapta a princesa Sita, atraindo Rama para a batalha de seu resgate, que é também o resgate de si mesmo. Ravana reitera, na carta, que não poderia ser morto para sempre, pois “nada é para sempre, senão tu mesmo” . o aspecto divino que reside adormecido no ser humano. Ou seja, a batalha jamais cessa, e se renova a cada homem. 
(Contribuição: Prof. Lúcia Helena Galvão)

O Clássico Indiano RAMAYANA


Publicado em 02/03/2012
Esta palestra foi ministrada pela diretora da Nova Acrópole Brasília, profª. Lúcia Helena Galvão, e filmada ao vivo. Assista os outros vídeos que temos disponíveis em nosso canal.

Nova Acrópole é uma escola internacional de filosofia à maneira clássica, ou seja, filosofia prática, que faz uma ponte entre a teoria e a vida cotidiana.
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segunda-feira, março 26, 2012

Bhagavad Gita

Bhagavad Gita

sexta-feira, maio 28, 2010

INTRODUÇÃO AO HINDUÍSMO

I - Introdução ao Hinduísmo
A - HINDUÍSMO (1)
Denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na India, a partir de 2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como Sanatana Dharma, do sânscrito (língua original da India), que significa "a ordem permanente". Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e

sexta-feira, dezembro 04, 2009

Krishna Das em Durga




"Saudações a Divina Mãe Durga, que existe em todos os seres na forma de inteligência, misericórdia, beatitude, que é a consorte do Senhor Siva, quem cria, sustenta e destrói todo o universo".
O festival de Durga Puja é observado duas vezes ao ano, no mês de Chaitra e no Aswayuja. Este último por nove dias, em homenagem as nove manifestações de Durga. Durante o Navaratri – a palavra significa “nove noites”, os devotos de Durga observam jejum. O Brahmanas são alimentados, e orações são oferecidas para a proteção da saúde e propriedades.
No início do verão, e no início do inverno, a duas conjunções importantes de clima bem como de influência solar. Estes dois períodos são tidos como oportunidades sagradas para a adoração a Mãe divina. Eles são, respectivamente, Rama-Navaratri em Chaitra – Abril-Maio, e no Durga-Navaratri, em Aswayuja, Setembro-Outubro. Os corpos e mentes das pessoas experimentam uma considerável mudança em virtude das mudanças da natureza. Sri Rama é adorado na ocasião do Ramnavmi, e a Mãe Divina durante o Navaratri.
O Durga puja é celebrado em várias regiões da Índia, em diferentes estilos. Mas a meta básica destas celebrações é concilar Shakti, a Deusa no Seu aspecto de poder, para entregar às pessoas riqueza, auspiciosidade, prospetidade, conhecimento (tanto o sagrado como o secular), e todos os outros poderes potentes. Qualquer que seja um pedido particular ou especial que cada um possa colocar diante da Deusa, qualquer que seja o favor que alguém peça para Ela, e alguém pensa por detrás de todas as conciliações, adora e liga-se com Ela. Não há outro propósito. Isto será efetuado de modo consciente ou inconsciente. Cada um é abençoado com Sua amável misericórdia, e será protegido por Ela.
O Durga puja inicia no primeiro e encerra no décimo dia da luz minguante, de Aswayuja, entre Setembro e Outubro. Este dia é referenciado como a comemoração da vitória de Durga sobre Mahishasura, o demônio com cabeça de búfalo. Na Bengala, a imagem de Durga é adorada por nove dias, e, então, a Deidade é levada para o rio. O décimo dia é chamado de Vijaya Dasami ou Dussera (o décimo dia). Uma procissão com a Sua imagem tem lugar ao longo das ruas dos vilarejos e cidades.
A Mãe de Durga (que é a esposa do Rei dos Himalayas), desejou ver Sua filha. Durga teve a permissão do Senhor Siva para ir ver a Sua amada mãe apenas por nove dias no ano. O festival de Durga Puja assinala esta breve visita e termina com o dia Vijaya Dasami, quando a Deusa Durga deixou a Sua mãe para retornar ao Monte Kailas. Esta é a visão de alguns devotos de Durga.
A adoração de Devi, a Mãe Universal, leva ao alcance do conhecimento do Ser. A história do Kena Upanishad, conhecida como “Yaksha Prasna”, mantém esta visão. Ela nos diz que Uma, a Mãe Divina, ensinou a Verdade para os deuses. A Deusa Shakti assim distribuiu a sabedoria para Seus devotos.
Om Tat Sat

sábado, novembro 28, 2009

Documentário de Jiddu Krishnamurti

Quando escutamos uma palestra de Krishnamurti ou lemos seus textos, é comum as pessoas falarem da dificuldade em compreendê-lo, também é comum dizerem que ele é contraditório, talvez irreverente. Mas nem sua fala, tão pouco seus textos contem qualquer sombra de contradição ou irreverência, ao contrário.

Já tive oportunidade de presenciar pessoas tentando interpretar seus textos de forma muito literal, sem preocuparem-se com as entrelinhas. No entanto, para que possamos compreender um pensador (filósofo) deste quilate é necessário buscarmos compreender sua origem, sua cultura e o desenrolar de suas experiências. No meu ponto de vista é fundamental entendermos como era o mundo de sua época! Isto é básico para que possamos compreender atitudes, teorias, conceitos etc., visto que cada um de nós reage frente a sociedade de sua época.
Basicamente ele expressa o tempo todo uma profundidade de pensamento sobre o conceito de liberdade e ao menos no meu entender, fica evidente que isso foi um reflexo de sua experiência humana, sua infância e juventude. O contato com tudo que o rodeava durante toda sua trajetória, diante de uma sociedade que buscava por um salvador, alguém em quem se apoiar, alguém a quem seguir.
O que eu vejo de sublime na sua trajetória é que ele fez do limão que foi sua infância e juventude, uma limonada para o degustar de toda a humanidade! De sua subjetividade dolorida, traumatizada, ele encontrou uma forma de traduzir ao mundo uma maneira mais amorosa de ser. Diante de sua dor mais profunda ele, antes de revoltar-se, identificou-se com as dores do mundo e deu ao mundo um lenitivo objetivo as vezes duro, mas extremamente verdadeiro!
Ele provavelmente sentiu sua liberdade tolhida, ainda quando talvez nem soubesse seu significado! E no meio disto tudo ele conseguiu entender-se como um ser único, capaz de elaborar suas próprias convicções e libertar-se das amarras para ser o que desejavam que ele fosse, um dos grandes instrutores da humanidade, porém livre! E fica evidente que nada disso seria possível se não fosse o grau de espiritualização com que ele chegou a esse mundo e não pelo polimento educacional da epóca e dos conhecimentos dos livros. Ele realmente fez seu autoconhecimento e dele produziram-se frutos trazendo à superfície um intelecto evidentemente superior. E ainda assim compartilhou conosco toda sua dor em forma de amor!
Achei este documentário bastante exíguo, embora traga fotos e vídeos. Espero que alguém ainda se interesse em produzir outros que explorem mais todas as circunstâncias de sua época.
 

MEDITAÇÃO FAZ BEM - SAIBA PORQUE!



Um lindo vídeo sobre meditação!