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quinta-feira, fevereiro 04, 2016

Bhagavad Gita - (em áudio)

Bhagavad-gita, a Essência do Conhecimento Védico
Os Vedas são a fonte original de todo e qualquer conhecimento e sua origem é transcendental. Desse modo, não há ramo de conhecimento material ou espiritual que não esteja contido nos textos védicos originais. O conhecimento de uma pessoa sob a influência da energia material está sempre sujeito a quatro tipos de defeitos: sua mente e intelecto têm a forte tendência de se iludir, seu comportamento está sempre manchado de erros, seus sentidos de percepção são defeituosos e limitados e, para satisfazer seus interesses pessoais, ela é capaz de enganar as outras pessoas. Na verdade, é comum que uma pessoa na plataforma material manifeste um ou mais destes defeitos de uma só vez.
No entanto, devemos compreender que o conhecimento védico não possui nenhum destes defeitos, pois foi transmitido pela Pessoa Suprema -- uma fonte completamente transcendental. O receptor original deste conhecimento foi o primeiro ser vivo, o Senhor Brahma, o qual existiu antes mesmo da criação material. Brahmaji foi dotado de poder pelo Senhor para criar o mundo material com o propósito de dar uma nova oportunidade às almas condicionadas que não alcançaram a liberação na criação anterior. Depois de cumprir esta missão, Brahma transmitiu este conhecimento védico ao sábio Narada que, por sua vez, o transmitiu a seu discípulo Vyasadeva que, com o propósito de preservá-lo, registrou-o na forma literária.

sexta-feira, fevereiro 06, 2015

EDUCAÇÃO - CIRCO BRASIL - AQUI VOCÊ É O PALHAÇO!

Cansei de ver a mídia buscando e elogiando o professor palhaço, o professor cantor, o professor faz tudo, com a desculpa de tornar as aulas mais agradáveis e que chame a atenção dos alunos!
Educação não é isto pelo amor de Deus!!

Precisamos urgentemente valorizar a mais nobre de todas as profissões e dar ao Professor atualização em sua área e um salário digno! 

É urgente resgatar o respeito aos Professores e Educandos (cidadãos brasileiros)!

A educação faz falta em todos os seguimentos da vida de um ser humano!
Sem Educação - (sem critérios, sem medidas, sem ética) não se chega a parte alguma!

Deputado federal mais votado do Brasil, com 1,3 milhão de votos (Tiririca)

Estaria faltando mais alguma coisa para completar o quadro da dor sem moldura?

PT recebeu até US$ 200 milhões em propina da Petrobras, estima delator - 05/02/2015 - Poder - Folha de S.Paulo

Política também não é isto! Isto é apenas corrupção!

Este modesto valor já estaria de bom tamanho para dar início às reformas da Educação, Saúde, Segurança Pública e etc.


- E VIVA O BRASIL!!

terça-feira, abril 23, 2013

ESPIRITISMO - Como identificar a casa espírita idônea


"Pode parecer um contra-senso alguém dizer a uma pessoa que ela precisa verificar se a casa espírita que frequenta é digna de credibilidade. Mas, não é. A experiência demonstra que existem muitos problemas nos centros espíritas, que os frequentadores precisam identificar com precisão para não serem prejudicados por eles.
O Movimento Espírita Brasileiro é um organismo coletivo que apresenta inúmeros desvios doutrinários. E, dentre os centros espíritas que o compõe, não faltam aqueles que de "kardecista" só tem o nome. Falam em nome do codificador do Espiritismo, Allan Kardec, mas desconhecem os princípios fundamentais que norteiam sua obra.
Por uma série de motivos, os centros espíritas no Brasil se formam ao sabor das idéias de seus fundadores, que buscam interpretar o Espiritismo sob sua ótica. E as interpretações variam ao infinito. Não existem diretrizes claras a respeito de como os dirigentes e trabalhadores espíritas devem agir no dia-a-dia das casas. Cada um faz o que bem entende. E, numa situação dessas, é evidente que se encontrará em cada lugar, um modelo diferenciado sobre a interpretação doutrinária, métodos de tratamento, de orientações, ações sociais etc. O resultado é a desorganização e a irracionalidade permeando as práticas.
Os organismos federativos, sob a égide da Federação Espírita Brasileira - FEB, foram criados, em tese, para resolver esses problemas. Mas, nem sempre conseguiram cumprir esse papel. Em alguns Estados do país as federações espíritas são atuantes, interagem com os centros. Em outros, tornou-se objeto de ocupação por grupos de indivíduos de mentalidade retrógrada, cuja maior preocupação é a de manterem-se em seus cargos diretivos de poder.
O espírita que pretende dedicar-se verdadeiramente à sua convicção, vivenciando os ensinos de Jesus e Allan Kardec, precisa cuidar-se para não se envolver com pessoas ou grupos assistidos por Espíritos pseudo-sábios e galhofeiros. O Espiritismo é uma doutrina libertadora e faz um bem enorme a quem se coloca sob sua orientação. Porém, quando mal praticado, é fonte de intensas perturbações do organismo psíquico, de fanatismos e idolatrias. Abaixo, estaremos citando alguns cuidados que se deve ter para identificar uma casa espírita séria ou grupo que se possa freqüentar com segurança.
A palavra "Espiritismo" A palavra 'Espiritismo' foi criada por Allan Kardec para designar a Doutrina Espírita. No meio religioso convencional, os pastores e padres colocam como adeptos do 'espiritismo', as pessoas que 'mexem' com os Espíritos. Para eles os seguidores do Candomblé, da Umbanda, os ledores de sorte, de tarô etc, são todos praticantes do Espiritismo. Isso, evidentemente, não é verdade. Nós, espíritas, temos o dever de procurar esclarecer esse ponto de vista, sempre que a confusão se estabelecer. Mas, como o termo já está introjetado na linguagem popular, é aconselhável que se diga 'Doutrina Espírita' em lugar de 'Espiritismo', quando a ocasião exigir. É necessário ter em mente os princípios básicos doutrinários para que se tenha condições de prestar esclarecimentos. São eles: a crença em Deus como princípio criativo, a existência do Espírito e sua imortalidade, a reencarnação, a lei de causa e efeito, a influência do mundo invisível sobre o visível, a comunicação entre esses dois mundos e a evolução moral e intelectual progressivas.
Espiritismo e Umbanda É muito comum se encontrar casas com denominação de "espíritas" que dizem trabalhar com o Espiritismo e com a Umbanda ao mesmo tempo. É importante definirmos o que é uma coisa e outra. Espiritismo é a doutrina que nos foi deixada por Allan Kardec, como a mensagem do Consolador Prometido. A Umbanda é um culto com identidade própria e suas práticas, embora tenha alguns pontos em comum com o Espiritismo, de modo geral são antagônicas. Portanto, não se pode ser umbandista e espírita ao mesmo tempo.
A Umbanda tem público e finalidade apropriados. Suas práticas são voltadas a rituais e procedimentos que nada tem a ver com a Doutrina Espírita. Mais grave ainda são as casas que em alguns dias trabalham com o Espiritismo e em outros com a Umbanda. Não se deve servir a dois Senhores. Portanto, o frequentador deve escolher seus caminhos. Não é aconselhável inclusive que se trabalhe em duas casas espíritas simultaneamente. Imagine a confusão espiritual que se forma quando se participa de dois cultos que não possuem afinidade entre si. Isso tem sido fonte de desequilíbrio para a vida de pessoas pouco esclarecidas quanto a esse aspecto. 
Existe, ainda, as casas que se dizem espíritas, mas que realizam práticas provenientes da Umbanda, como reuniões mediúnicas com público presente, consultas com guias (que sempre têm nomes venerados como Bezerra de Menezes, por exemplo), médiuns em lugar de destaque na casa, passes com passistas "incorporados" etc. Isso se dá pelo total desconhecimento dos dirigentes do que seja a Doutrina Espírita. Instruem-se, muitas vezes, vendo os outros fazerem ou em leituras superficiais de livros da literatura acessória.
Desenvolver Mediunidade É muito comum a uma pessoa que chega na casa espírita com problemas pessoais, receber a orientação de um dirigente ou médium, dizendo que ela precisa 'desenvolver' a mediunidade. Afirmam, que a faculdade mediúnica é a fonte das suas dificuldades e que se não praticá-la jamais encontrará seu equilíbrio. Essa idéia popularesca, nada tem a ver com as orientações de Allan Kardec. Nasceu nos terreiros primitivos de mediunismo, e veio parar nos centros ou grupos espíritas por falta de orientação doutrinária adequada.
Todos os seres vivos têm a mediunidade natural, sensibilidade necessária ao processo evolutivo dos Espíritos, mas nem sempre necessitam desenvolver seus dons espirituais. Só o devem fazer, aquelas pessoas que são dotadas de mediunidade ostensiva, ou seja, portadoras de mediunato. E mesmo assim, após dedicação ao trabalho e ao estudo da Doutrina Espírita.
Ninguém tem o poder de saber se alguém é médium ostensivo ou não. A única forma de se reconhecer o dom da mediunidade é fazendo experiências. E, de preferência, numa casa espírita bem orientada. Primeiro, caso esteja perturbado, o interessado passará por um tratamento espiritual. Depois, receberá instruções teóricas básicas, freqüentando os cursos doutrinários. Mais tarde, quando já estiver familiarizado com o Espiritismo e com o grupo no qual se integrou, visitará as sessões práticas para experimentar. Mas, fará isso por vontade própria. Ninguém é obrigado a desenvolver a mediunidade. Quem o faz por 'obrigação' já estabelece um entrave para produzir no campo do Bem.
A maioria das pessoas que chegam na casa espírita 'sentindo coisas', está sendo vítima de obsessões e desajustes pessoais. Primeiro, precisa de um tratamento sério, destinado a restabelecer seu equilíbrio psíquico e emocional. Depois, caso queira, poderá ingressar nas fileiras de trabalho com Jesus, candidatando-se ao quadro de trabalhadores da sociedade espírita. Portanto, uma casa espírita que coloca pessoas recém-chegadas à casa para participar das reuniões de intercâmbio espiritual por ser classificada como médium, está sem a segura orientação kardequiana.
O Salão de Palestras Para se conhecer uma casa espírita idônea é importante que se preste atenção na sala de palestras. Se o centro espírita que você está visitando tem o hábito de colocar quadros ou imagens no salão destinados às exposições, possivelmente o ambiente é carente de orientação doutrinária correta. Certamente é costume que vem do catolicismo e se está apenas substituindo as imagens por quadros de personalidades ou Espíritos que são admirados pelo grupo. Um outro hábito não pouco comum, é o costume de se fazer a abertura dos trabalhos públicos de esclarecimento valendo-se de músicas e cantorias. Cânticos enaltecendo a Virgem Maria e até mesmo Allan Kardec são freqüentes. A casa espírita é um ambiente semelhante a uma escola e não tem sentido agir dentro das suas dependências como numa igreja.
Instituições que fecham suas portas nas sessões públicas, que promovem manifestações de Espíritos com público presente, que desenvolvem trabalhos públicos de 'desenvolvimento das potencialidades mediúnicas', que são dirigidas pelo 'guia da casa', que exigem que todos se levantem na hora da abertura são casas assistidas por Espíritos pouco adiantados, que ainda se encontram, no mundo espiritual, presos às suas convicções religiosas. E o que é pior, passam-se por Espíritos elevados e os dirigentes sequer desconfiam por não desconhecem o básico das orientações kardequianas, no que diz respeito à identidades dos Espíritos. Nesses ambientes, dificilmente se poderá conseguir ajuda no tratamento de obsessões graves e mesmo orientações suficientes para se corrigir posturas morais inadequadas.
A Sala de Passes Para identificar uma boa casa espírita, também é importante prestar atenção naquilo que se passa dentro da sala de passes. Primeiro, esteja atento nas atitudes dos passistas. Se o médium que está transmitindo o passe estiver "incorporado" por um Espírito, certamente não possui orientação doutrinária adequada. O trabalhador espírita não precisa desse recurso para dar passes. Seu guia espiritual pode assisti-lo, sem que seja necessário manifestar-se ostensivamente. Em casa espírita com boa instrução kardequiana, não se vê esse tipo de procedimento.
Outro costume estranho ao trabalho espírita, é o médium dar conselhos às pessoas que estão recebendo passes, quando supostamente vêem ou sentem esta ou aquela coisa. Isso cria uma aura de importância pessoal em torno do passista, inadequada ao equilíbrio do trabalho com Jesus. A sala de passes não é o ambiente apropriado para se ministrar orientações individuais.
Os ensinamentos são dados principalmente na sala de palestras e as conversas particulares devem acontecer nas salas de entrevistas. A sala de passes é um lugar com um papel fundamental: oferecer energias que vão restabelecer o equilíbrio fluídico dos enfermos e necessitados.
Para ministrar o passe, o médium não necessita tocar nas pessoas que vão receber as energias. Também não é necessário que o médium estale os dedos, que fungue como se estivesse tendo uma síncope respiratória ou que faça movimentos exagerados com o corpo para a magnetização. O passe deve ser administrado de forma simples, com preces e imposição de mãos, deixando de lado as técnicas mirabolantes que não possuam fundamentação doutrinária.
Os chamados "passes anímicos" também são uma incoerência, uma vez que na casa espírita, mormente neste trabalho de fluidoterapia, estamos sempre secundados pelos Espíritos amigos. Os passes com cores (cromoterapia), encontrados em muitas casas espíritas, também devem ser vistos com cautela, afinal a cromoterapia nada tem a ver com a Doutrina Espírita.
É bom observar se os passistas têm roupas especiais, como vestir-se de branco por exemplo, ou se ficam descalços para trabalhar. Isso é desnecessário. Veja se é mantida uma certa disciplina na sala ou se existem os tais "passistas especiais" cujos passes duram uma eternidade, atraindo filas quilométricas para eles. Ambientes onde se estudam as obras do Codificador, não se coadunam com tais coisas.
A Reunião Pública Um ponto muito importante a ser observado no reconhecimento de uma boa casa espírita é a forma como é estruturado o trabalho de esclarecimento ao público. Certamente que todos são livres para desenvolver essa tarefa da forma que acharem mais conveniente, mas deixaremos aqui nossa opinião, baseada no objetivo maior do centro espírita que é fazer despertar o homem novo.
A reunião de esclarecimento destinada ao público em geral que freqüenta a casa espírita, deve ter uma característica diferente das que são realizadas para estudos com os trabalhadores. Isto nos parece claro, uma vez que a população destes dois grupos é completamente diferente. Enquanto estes últimos já estão em busca do entendimento da Doutrina Espírita propriamente dita, através do estudo, os primeiros necessitam de conforto e esclarecimento básico das coisas espirituais, com raras exceções.
A maioria das pessoas que procuram o centro espírita, o faz porque é portadora de problemas os mais diversos. Busca encontrar ali o conforto, o amparo e respostas para suas perguntas. Carece de orientação evangélica, à luz do Espiritismo, e esse deve ser o papel da instrução dada nas reuniões públicas. Primeiro somos evangelizados para depois entrarmos no entendimento do pensamento kardequiano. Jamais entenderemos Allan Kardec, sem conhecermos os fundamentos dos ensinamentos de Jesus.
O trabalho de explanação da palavra divina ao povo é a mais grave tarefa da casa espírita e deve ser realizada por aqueles que têm um mínimo amadurecimento espiritual, conhecimento evangélico e doutrinário, além de conduta moral sadia como força de exemplificação.
A mensagem deixada deve despertar na criatura que a ouve o gosto pelas coisas espirituais, caso contrário será trabalho vão. Deve ser simples e objetiva, sem preocupações maiores com a forma, passando de maneira adequada os ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita. Precisa encaminhar sempre o indivíduo à reflexão, ao conhecimento de si mesmo, única forma de motivar mudanças de posturas.
Palestras com temas doutrinários complexos, ou aquelas onde predominam as historinhas dos livros psicografados, ou ainda as que são permeadas pelos exemplos pessoais de quem fala deveriam ser deixadas de lado, pois são carentes do essencial que mobiliza a criatura para a busca do conhecimento. A palavra precisa ser clara, simples e objetiva para atingir os simples de coração, conforme ensina Jesus.
Corpo de trabalhadores
A casa espírita necessita ter um copo de trabalhadores definido para desempenhar as tarefas de uma atividade tão grave como essa. Pessoas que sejam preparadas dentro de um espírito de servir e não o de ser servido. Casas que não se preocupam com essa importante orientação de Allan Kardec, que, a pretexto da caridade, colocam as pessoas para trabalhar sem o menor preparo, apenas baseado na boa vontade do indivíduo que chega na casa "querendo trabalhar", são vítimas freqüentes da desorganização, dos melindres e inúmeros problemas advindos do orgulho e vaidade dos membros.
Assistência Social
Toda casa espírita adequadamente orientada deve ter atividades de amparo aos mais necessitados. Sopa, creches, orfanatos, asilos, farmácias, visitas aos hospitais, presídios etc. Entretanto, esta não deve e nem pode ser a coisa mais importante, o carro chefe da casa. O que deve preponderar é o ensino, pois só através do ensino a criatura sentirá a necessidade verdadeira de servir ao seu irmão. A atividade de caridade deve ser uma conseqüência do esclarecimento e não ser realizado com a idéia de que as obras boas fazem o homem bom. Na verdade é o homem bom que faz as boas obras, ou seja, o homem reformado faz obras sem preocupação de estar angariando um lugar no céu (no caso dos espíritas, fora do umbral). Essa postura é um equívoco e mais uma vez é fruto do espírito católico que contaminou o movimento com suas idéias seculares de promessas e mercadejamento das coisas de Deus."

domingo, abril 14, 2013

O Enigma Da Vinci

Publicado em 18/04/2012
Esta palestra foi ministrada pelo diretor da Nova Acrópole Brasíl, prof. Luis Carlos Marques, e filmada ao vivo. Assista os outros vídeos que temos disponíveis em nosso canal.

Nova Acrópole é uma escola internacional de filosofia à maneira clássica, ou seja, filosofia prática, que faz uma ponte entre a teoria e a vida cotidiana.
Acesse nosso site, descubra a filial mais próxima de você e participe de uma de nossas atividades!
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quinta-feira, junho 28, 2012

O MITO


No ano de 221 a.C, o primeiro imperador da China, Qin Shihuang, começou a construção de sua tumba real. No mausoléu, foram enterrados o imperador, centenas de milhares de pessoas que trabalharam na construção, um tesouro e, diz a lenda, o elixir da juventude. Nos dias de hoje, o arqueólogo Jack (Jackie Chan) e o cientista William (Tony Leung Ka Fai) encontram em Dasar, na Índia, uma antiga espada da dinastia Qin e uma pedra mágica que desafia a força da gravidade. Os objetos podem levá-los ao mítico mausoléu e conectar Jack e seus recorrentes sonhos à vida passada.

FICHA TÉCNICA
Diretor: Stanley Tong
Elenco: Jackie Chan, Hee-seon Kim, Tony Leung Chiu-Wai, Mallika Sherawat, Ken Lo.
Produção: Willie Chan, Solon So, Barbie Tung
Roteiro: Hai-shu Li, Stanley Tong, Hui-Ling Wang
Fotografia: Wing-Hung Wong
Trilha Sonora: Gary Chase, Nathan Wang
Duração: 118 min.
Ano: 2005
País: China/ Hong Kong
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Media Asia Films Ltd.

Sócrates - filme completo



Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini, esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates, um dos maiores filósofos da humanidade.
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terça-feira, junho 26, 2012

ENCONTRO COM HOMENS NOTÁVEIS





Enviado por Yoguineananda em 14/08/2010
"Meetings with Remarkable Men" é um filme britânico dirigido em 1979 por Peter Brook e baseado no livro de Gurdjieff de mesmo nome. Filmado no Afeganistão (exceto pelas seqüencias de danças, que foram filmadas na Inglaterra), estreou com Terence Stamp, e Dragan Maksimovic como Gurdjieff na idade adulta.
O planejamento envolve Gurdjieff e seus companheiros na busca pela verdade em um série de diálogos e vinhetas, como no livro. Diferente do livro, isto resulta na Iniciação de Gurdjieff nos mistérios da Irmandade Sarmoung. O filme é notável por tornar publicas algumas visões do "movimento Gurdjieff", o Quarto Caminho.

"Encontros com Homens Notáveis" é a autobiografia de G. I. Gurdjieff. Conta a história do ainda jovem Gurdjieff crescendo em um mundo em mudança entre as suas inexplicáveis experiências e o desenvolvimento da ciência moderna. O livro é a segunda parte da trilogia conhecida como "All and Everything" - "Tudo e Todas as Coisas" escrita por Gurdjieff entre 1924 e 1935.
O livro fala das reminiscências de Gurdjieff acerca dos vários "homens notàveis" que ele encontrou, começando por seu pai. Incluem o sacerdote Pogossiano, da Igreja Apostólica Armênia; o bêbado Soloviev (cujo nome relembra um muito-conhecido místico cristão ortodoxo), o príncipe Lubovedsky, um príncipe Russo com interesses em metafisica, e um par de outros.
No curso das descrições, Gurdjieff guia a suas histórias através de um viagem que ele próprio realizou. A princípio, pode-se dizer que Gurdjieff pretende investigar o que chama de "fábrica humana" sob o ponto o de vista da totalidade de seus centros (o motor, o instintivo, o emocional e o intelectual), harmonizando os diversos aspectos do ser. Neste ponto, é fundamental desenvolver o "conhecimento de si", por meio da "observação de si", o que ajuda o homem a conhecer a si mesmo. Para tanto, Gurdjieff não se limita à palavra escrita, mas operava em seu "trabalho" com danças sagradas (trazidas de suas andanças pelo Oriente, em particular de seu contato com os "dervixes" de Istambul e de outros países) e a música (mais tarde, transformadas em composições com a ajuda de seu discípulo De Hartmann). O próprio Gurdjieff se auto-denominava um "instrutor de dança".
O sistema de Gurdjieff parte do pressuposto de que os homens estão dormindo, são máquinas ambulantes que não sabem o que fazem. São também dominados por um Sistema corrupto. Isto porque o que geralmente achamos que é o "eu" é, na realidade, um conjunto de "eus" que povoam nossa mente, por isso temos que controlá-los através dos "eus-de-trabalho" e assim evitar cair na imaginação que, segundo Gurdjieff, nos afasta da presença.
O homem "desperto", aquele que tem consciência de si, é raro. Muitos pensam que têm consciência, porém sequer imaginam do que isso se trata. Sempre que indagado sobre a reencarnação, Gurdjieff desviava a conversa para outro foco. Um aforisma que sempre repetia era de que a "alma é um luxo". Em outras palavras, temos que conquistar níveis superiores do ser através de uma profunda busca pelo auto-conhecimento e de uma contínua busca pelo equilíbrio das energias positiva e negativa da própria natureza. O homem dotado de consciência ou vontade é muito raro.
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sábado, junho 16, 2012

A ARTE DE SER NÓS MESMOS


"Na constante avidez por Sabedoria, que enche a vida dos que não temem chamar a si mesmos de filósofos, ocupa um lugar de destaque a busca e o encontro do próprio ser interior. Essa atitude, que muitas vezes pode levar a um egoísmo descontrolado se não está regida por uma sã vocação moral, é o reflexo da busca e descobrimento das grandes leis do Universo. Afinal de contas, aquele aforismo hermético de que “assim é acima como abaixo” não deixa de valer por ter ultrapassado já muitos séculos.


Cabe à Filosofia a busca e o encontro dessas verdades que armam o complexo quadro da existência. E graças a esse espírito de investigação é que aparecem para nós pequenos ou grandes insights vindos de uma máxima esquecida ou de um conselho dos antigos sábios. Podemos voltar a reviver esses profundos ensinamentos; é o caso da frase que forma o título desse texto. Breve, conciso e contundente, como que para nos obrigar a deter a marcha desvairada da mente e escavar, palavra a palavra, o conteúdo dessas simples verdades sobre a maravilhosa arte de ser nós mesmos!"


Fonte: Por Delia S. Guzmán, diretora Internacional de Nova Acrópole

segunda-feira, junho 11, 2012

Refletindo sobre o ato de Aprender - Paulo Freire

Ensinar e aprender um processo constante.

"... Aprender é sentir-se humildemente sabedor de seus limites, mas com coragem de não recuar diante dos desafios - Aprender é debruçar-se com curiosidade sobre a realidade - É reinventá-la com soltura dentro de si - Aprender é conceder lugar a tudo e a todos - e recriar o próprio espaço - Aprender é reconhecer em si e nos outros..." 
                                                  (Paulo Freire)

sábado, junho 09, 2012

CARL SAGAN - COSMOS

Cosmos - foi uma série de TV realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, produzida pela KCET e Carl Sagan Productions, em associação com a BBC e a Polytel International, veiculada na PBS em 1980. A série Cosmos é um dos mais formidáveis exemplos da amplitude e eficácia que a divulgação científica pode atingir por meios audiovisuais, quando servida por uma personalidade carismática como Carl Sagan e por meios técnicos adequados.
Filmagens
Filmado ao longo de três anos, em quarenta locais de doze países, o programa Cosmos abriu a janela do Universo a mais de 500 milhões de pessoas. O segredo desta série de treze horas foi o talento de comunicador de Sagan, capaz de desmitificar o que até então fora informação científica inacessível. A versão escrita deste programa continua a ser o livro de divulgação científica mais vendido da história.
Lançamentos
Editada recentemente pela Cosmos Studios (parte de uma fundação criada para a divulgação científica), a versão DVD da série disponibiliza um total de 780 minutos de material, distribuidos por 13 episódios de 60 minutos cada (cada epsiódio está repartido em 13 capítulos de acesso directo). Os materiais incluidos na edição DVD foram revistos pelo próprio Carl Sagan e pela sua esposa e ajudante, Ann Druyan, e após cada episódio encontrará uma apresentação das actualizações e novas descobertas científicas feitas nas matérias expostas desde o lançamento original da série nos anos 80. A partir de março de 2008 o canal brasileiro TV Escola começou a reapresentar este documentário dublado em português.
Inspirações
O cientista brasileiro Marcelo Gleiser apresentou em 2006, no Fantástico, uma serie denominada Poeira das Estrelas, um programa de divulgação científica feito nos moldes de Cosmos, segundo Gleiser, o nome de tal série foi dada graças a uma frase dita por Carl Sagan na série Cosmos dizendo que: "Todos nós somos seus filhos", tal episódio da série de Sagan contava sobre estrelas, Gleiser remodelou tal frase dizendo no primeiro episódio de Poeira das Estrelas: "... uma vez o astrônomo americano Carl Sagan disse que somos todos 'Poeira das Estrelas'".

Episódios:
01-As margens do oceano cosmico
02-Uma voz na sinfonia cosmica
03-A harmonia dos mundos
04-Céu e inferno
05-O planeta vermelho
06-A saga dos viajantes
07-O esqueleto da noite
08-Viagens pelo tempo e espaço
09-A vida das estrelas
10-O limite da eternidade
11-A persistencia da memória
12-Enciclopedia galactica
13-O futuro da terra
Obrigada Carl Sagan!



terça-feira, maio 29, 2012

PAULO FREIRE

Com base no texto postado anteriormente que trata sobre a Educação do Autoconhecimento, cujos argumentos foram tão bem colocados por Joaquim Soares e por Helena P. Blavatsky, é praticamente impossível não pensar na proposta e na ação educacional de Paulo Freire, que se encaixa perfeitamente na visão da pedagogia Teosófica. 
Paulo Freire, sem dúvida, merece sua titularidade de Grande Mestre que no laboratório de nossa pátria Brasil, entre as piores crises sociais e políticas, soube deixar seu legado aos educadores e ao povo brasileiro.  
O texto a seguir encontra-se originalmente no site:  http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=0#
Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.


quinta-feira, julho 15, 2010

A sensatez de Herbert Viana - Pura verdade



Cirurgia de lipoaspiração.
por Herbert Vianna

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos "lipo-as e muito mais piração?"

Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a auto imagem. Religião é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação.

Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.

Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso.

A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?

A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.

Não importa o outro, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.

Ok, eu tambem quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal mas...

Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bilímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, e não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.

Que eu me acalme. Que o amor sobreviva.

"Cuide bem do seu amor, seja ele quem for."Herbert Vianna
Cantor e compositor

PS: Segundo comentário feito em 05/02/10 esse texto pertence a Rosana Hermman blogueira e jornalista.


Nota deste blog: Não sei exatamente de quem é o texto. Seja ele de quem for trata-se de uma verdade e merece ser lido.
Parabéns ao autor!

quarta-feira, junho 16, 2010

O respeito para com o outro - Flávio Gikovate

A maioria das pessoas se diz respeitosa e não o é na prática mais elementar da vida cotidiana, quando o seu próprio linguajar é permanentemente autoritário. Algumas outras criaturas aprenderam a se comportar de modo mais respeitoso; estas parecem que conseguem dialogar com pessoas que pensam de modo diferente, colocar ponderadamente seus argumentos e ouvir os do seu interlocutor. Mas no íntimo se tornam irritadiços (e isto às vezes transparece) e seus diálogos interiores são sempre de desprezo pelo modo de pensar do outro, visto como burro ou desonesto. Não é nada fácil admitir que alguém pense diferente de nós sem isto nos irritar profundamente e todos nós sabemos que isto funciona assim; podemos deixar vazar nossa prepotência ou agirmos de modo educado e político; mas é extremamente difícil ser verdadeiramente respeitoso.


E não deixa de ser surpreendente que uma coisa assim simples seja tão difícil de ser conseguida como uma vivência interior sincera e consistente; é por isso que não acredito nas fórmulas fáceis e rápidas para quem pretende ser livre. É natural que a questão do respeito seja comprometida com profundos processos emocionais — processos de grande importância para o equilíbrio da pessoa — pois senão seria mais fácil de se superar este obstáculo. Uma das situações onde estes aspectos podem muito bem ser observados é no seio da vida familiar e principalmente na relação amorosa homem-mulher. Quando o marido se apercebe de que a mulher não está de acordo com algum ponto de vista seu (sim, porque muitas vezes ele nem dá chance dela se manifestar) isto provoca nele uma irritação descomunal, na maioria das vezes absolutamente desproporcional à magnitude dos fatos em questão. Ele grita, envolve outros dados da vida íntima na briga, faz discursos de persuasão, diz mesmo que a mulher é burra e não entende nada (e como os homens dizem isto com facilidade!), se sente profundamente ofendidos e podem ficar vários dia de “máu”. A mulher o acusa de machista, de prepotente e desrespeitoso, o que é verdade; não diz que ele é burro — porque se não apanha — mas pensa; se sente igualmente ofendida e irritada não apenas pelo comportamento do marido — apesar de que ele muitas vezes pensa que é só por causa disto — mas porque a divergência provoca nela a mesma sensação desagradável.

A dolorosa sensação que deriva da falta de coincidência de pontos de vista é a de abandono, de desamparo, de se sentir só. E isto fica mais evidente nas ligações amorosas justamente porque elas existem como um importante atenuador desta que é uma das peculiaridades da condição humana; afinal, as pessoas se ligam sentimentalmente justamente para não viverem o estado que se chama de solidão. Quando uma opinião diverge volta a dolorosa consciência de que se é só, e isto é vivido como uma espécie de traição do outro, um abandono, uma deslealdade; da acusação ao outro deriva a raiva e a irritação em sua direção, coisa mais fácil de ser vivenciada do que o desamparo, o ser só. Todos nós temos como primeira tendência o colocar o dedo para fora, acusando o outro de nossos infortúnios, acho sempre muito importante conseguirmos virar o dedo para dentro e tratarmos de nos perguntar porque é que tal atitude de outro repercutiu tanto sobre nós, em que ponto fraco nosso nos sentimos tocados e como fazermos para nos aprimorarmos ao invés de tentarmos modificar o outro (o que, além de desrespeitoso, é sempre ineficaz).
A irritação é menor em relacionamentos menos importantes do ponto de vista afetivo, mas existe do mesmo modo. E se dá sempre da mesma forma, isto é, quando existem diferenças de opinião. Até mesmo quando estamos lendo um artigo de jornal ou um livro o processo é similar: gostamos dos autores que pensam de modo parecido como o nosso e achamos meio idiota o texto — e seu autor — que contém opiniões divergentes. Assim, nunca aprendemos nada de novo, pois só lemos os livros com os quais concordamos e cujo conteúdo de certa forma já conhecemos; ou seja, só lemos os livros que não precisamos ler. Os outros nós largamos no meio, porque são “chatos” ou idiotas...

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Xingu - A Terra Ameaçada

XINGU O VERDADEIRO AVATAR BRASILEIRO


Início do primeiro episódio da série Xingu - A Terra Ameaçada, dirigida por Washington Novaes e coproduzida pela WN Produções, Intervídeo e Sertão Filmes.
Estou tentando conseguir junto a TV Cultura a Série completa.

domingo, dezembro 20, 2009

Manual Ccfc Para Boas Festas Sem Consumismo

Manual Ccfc Para Boas Festas Sem Consumismo

CRIANÇA: A ALMA DO NEGÓCIO

Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que meu filho acha que precisa de mais um tênis? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo? Este documentário reflete sobre estas questões e mostra como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumas. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância. Direção Estela Renner - Produção Executiva Marcos Nisti - Maria Farinha Produções