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terça-feira, julho 21, 2015

O Diario De Um Espirito, Bezerra de Menezes (Completo)

BEZERRA DE MENEZES (Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti) 
(*29/08/1831 - +11/04/1900)
RESUMO BIOGRÁFICO: O Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu no dia 29 de Agosto de 1831, em Riacho do Sangue, no Ceará, descendente de antiga família das primeiras que vieram do Sul povoar aquele Estado.
Em 1838, entrou para a escola pública da Vila do Frade. Diplomou-se, em 1856, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. No dia 6 de novembro de 1858, casou-se com Dª Maria Cândida de Lacerda, que faleceu em 24 de março de 1863, deixando-lhe dois filhos (em de 3 anos e um de 1 ano).
Conheceu o espiritismo em 1875 e, em 16 de Agosto de 1886, diante de um público extraordinário, proclamou a sua adesão ao Espiritismo.
A partir daí, toda sua existência foi totalmente dedicada à causa de Cristo, sendo considerado o médico dos pobres e o apóstolo da caridade devido à sua dedicação a causa de Cristo, pelo amor que dedicava ao próximo.
Foi vereador e deputado pelo Rio de Janeiro, além de presidente da FEB, Federação Espírita Brasileira, onde conseguiu aglutinar o movimento espírita.
Em 11 de abril de 1900, às onze horas e meia, desencarnava, no Rio de Janeiro, o Dr. Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, o inolvidável Apóstolo do Espiritismo no Brasil.

domingo, janeiro 04, 2015

Divaldo Franco - Maria de Magdala

Publicado em 12 de fev de 2014
 Esta palestra, de forma comovente e inspiradora, Divaldo faz a narrativa da história de Maria de Magdala, uma vendedora de ilusões que viveu na época de Jesus Cristo, e que vivenciou uma experiência única e paradoxal com o próprio Cristo.......
Música "O Vôo Das Rosas" por Nando Cordel (Google Play • eMusic • iTunes)
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quinta-feira, setembro 25, 2014

QUANDO OS ANJOS FALAM


SINOPSE DO FILME: Um garoto, James Neubauer (Trevor Morgan), é atormentado pela lembrança de um acidente de carro, que provocou a morte da sua mãe, alguns anos antes. O pai dele, Nathan (Ray Liotta), lhe dá pouca atenção e James nutre um profundo ódio, sem motivo, pela sua madrasta, Mary (Catherine McCormack). James se sente cada vez mais só e não tem muito prazer em passar as férias de verão na casa de praia deles, principalmente por não ter a companhia de alguém da sua idade. Assim, passa o tempo explorando as praias próximas. Numa destas excursões, quando já tinha anoitecido, ele chega na casa da idosa e reclusa Maddy Bennett (Vanessa Redgrave), que tinha fama de ser excêntrica. A presença de Maddy com espingarda em punho o assusta e ele acaba quebrando a cerca dela. Maddy vai procurá-lo e James se compromete em consertar sua cerca. Enquanto trabalha, ele e Maddy criam uma profunda amizade. Quando a família dele descobre sua ligação com Maddy, eles erradamente a culpam de inventar histórias, que prejudicam James, e o proíbem de ter contato com ela. Esta atitude afetará toda a família.

terça-feira, abril 23, 2013

ESPIRITISMO - Como identificar a casa espírita idônea


"Pode parecer um contra-senso alguém dizer a uma pessoa que ela precisa verificar se a casa espírita que frequenta é digna de credibilidade. Mas, não é. A experiência demonstra que existem muitos problemas nos centros espíritas, que os frequentadores precisam identificar com precisão para não serem prejudicados por eles.
O Movimento Espírita Brasileiro é um organismo coletivo que apresenta inúmeros desvios doutrinários. E, dentre os centros espíritas que o compõe, não faltam aqueles que de "kardecista" só tem o nome. Falam em nome do codificador do Espiritismo, Allan Kardec, mas desconhecem os princípios fundamentais que norteiam sua obra.
Por uma série de motivos, os centros espíritas no Brasil se formam ao sabor das idéias de seus fundadores, que buscam interpretar o Espiritismo sob sua ótica. E as interpretações variam ao infinito. Não existem diretrizes claras a respeito de como os dirigentes e trabalhadores espíritas devem agir no dia-a-dia das casas. Cada um faz o que bem entende. E, numa situação dessas, é evidente que se encontrará em cada lugar, um modelo diferenciado sobre a interpretação doutrinária, métodos de tratamento, de orientações, ações sociais etc. O resultado é a desorganização e a irracionalidade permeando as práticas.
Os organismos federativos, sob a égide da Federação Espírita Brasileira - FEB, foram criados, em tese, para resolver esses problemas. Mas, nem sempre conseguiram cumprir esse papel. Em alguns Estados do país as federações espíritas são atuantes, interagem com os centros. Em outros, tornou-se objeto de ocupação por grupos de indivíduos de mentalidade retrógrada, cuja maior preocupação é a de manterem-se em seus cargos diretivos de poder.
O espírita que pretende dedicar-se verdadeiramente à sua convicção, vivenciando os ensinos de Jesus e Allan Kardec, precisa cuidar-se para não se envolver com pessoas ou grupos assistidos por Espíritos pseudo-sábios e galhofeiros. O Espiritismo é uma doutrina libertadora e faz um bem enorme a quem se coloca sob sua orientação. Porém, quando mal praticado, é fonte de intensas perturbações do organismo psíquico, de fanatismos e idolatrias. Abaixo, estaremos citando alguns cuidados que se deve ter para identificar uma casa espírita séria ou grupo que se possa freqüentar com segurança.
A palavra "Espiritismo" A palavra 'Espiritismo' foi criada por Allan Kardec para designar a Doutrina Espírita. No meio religioso convencional, os pastores e padres colocam como adeptos do 'espiritismo', as pessoas que 'mexem' com os Espíritos. Para eles os seguidores do Candomblé, da Umbanda, os ledores de sorte, de tarô etc, são todos praticantes do Espiritismo. Isso, evidentemente, não é verdade. Nós, espíritas, temos o dever de procurar esclarecer esse ponto de vista, sempre que a confusão se estabelecer. Mas, como o termo já está introjetado na linguagem popular, é aconselhável que se diga 'Doutrina Espírita' em lugar de 'Espiritismo', quando a ocasião exigir. É necessário ter em mente os princípios básicos doutrinários para que se tenha condições de prestar esclarecimentos. São eles: a crença em Deus como princípio criativo, a existência do Espírito e sua imortalidade, a reencarnação, a lei de causa e efeito, a influência do mundo invisível sobre o visível, a comunicação entre esses dois mundos e a evolução moral e intelectual progressivas.
Espiritismo e Umbanda É muito comum se encontrar casas com denominação de "espíritas" que dizem trabalhar com o Espiritismo e com a Umbanda ao mesmo tempo. É importante definirmos o que é uma coisa e outra. Espiritismo é a doutrina que nos foi deixada por Allan Kardec, como a mensagem do Consolador Prometido. A Umbanda é um culto com identidade própria e suas práticas, embora tenha alguns pontos em comum com o Espiritismo, de modo geral são antagônicas. Portanto, não se pode ser umbandista e espírita ao mesmo tempo.
A Umbanda tem público e finalidade apropriados. Suas práticas são voltadas a rituais e procedimentos que nada tem a ver com a Doutrina Espírita. Mais grave ainda são as casas que em alguns dias trabalham com o Espiritismo e em outros com a Umbanda. Não se deve servir a dois Senhores. Portanto, o frequentador deve escolher seus caminhos. Não é aconselhável inclusive que se trabalhe em duas casas espíritas simultaneamente. Imagine a confusão espiritual que se forma quando se participa de dois cultos que não possuem afinidade entre si. Isso tem sido fonte de desequilíbrio para a vida de pessoas pouco esclarecidas quanto a esse aspecto. 
Existe, ainda, as casas que se dizem espíritas, mas que realizam práticas provenientes da Umbanda, como reuniões mediúnicas com público presente, consultas com guias (que sempre têm nomes venerados como Bezerra de Menezes, por exemplo), médiuns em lugar de destaque na casa, passes com passistas "incorporados" etc. Isso se dá pelo total desconhecimento dos dirigentes do que seja a Doutrina Espírita. Instruem-se, muitas vezes, vendo os outros fazerem ou em leituras superficiais de livros da literatura acessória.
Desenvolver Mediunidade É muito comum a uma pessoa que chega na casa espírita com problemas pessoais, receber a orientação de um dirigente ou médium, dizendo que ela precisa 'desenvolver' a mediunidade. Afirmam, que a faculdade mediúnica é a fonte das suas dificuldades e que se não praticá-la jamais encontrará seu equilíbrio. Essa idéia popularesca, nada tem a ver com as orientações de Allan Kardec. Nasceu nos terreiros primitivos de mediunismo, e veio parar nos centros ou grupos espíritas por falta de orientação doutrinária adequada.
Todos os seres vivos têm a mediunidade natural, sensibilidade necessária ao processo evolutivo dos Espíritos, mas nem sempre necessitam desenvolver seus dons espirituais. Só o devem fazer, aquelas pessoas que são dotadas de mediunidade ostensiva, ou seja, portadoras de mediunato. E mesmo assim, após dedicação ao trabalho e ao estudo da Doutrina Espírita.
Ninguém tem o poder de saber se alguém é médium ostensivo ou não. A única forma de se reconhecer o dom da mediunidade é fazendo experiências. E, de preferência, numa casa espírita bem orientada. Primeiro, caso esteja perturbado, o interessado passará por um tratamento espiritual. Depois, receberá instruções teóricas básicas, freqüentando os cursos doutrinários. Mais tarde, quando já estiver familiarizado com o Espiritismo e com o grupo no qual se integrou, visitará as sessões práticas para experimentar. Mas, fará isso por vontade própria. Ninguém é obrigado a desenvolver a mediunidade. Quem o faz por 'obrigação' já estabelece um entrave para produzir no campo do Bem.
A maioria das pessoas que chegam na casa espírita 'sentindo coisas', está sendo vítima de obsessões e desajustes pessoais. Primeiro, precisa de um tratamento sério, destinado a restabelecer seu equilíbrio psíquico e emocional. Depois, caso queira, poderá ingressar nas fileiras de trabalho com Jesus, candidatando-se ao quadro de trabalhadores da sociedade espírita. Portanto, uma casa espírita que coloca pessoas recém-chegadas à casa para participar das reuniões de intercâmbio espiritual por ser classificada como médium, está sem a segura orientação kardequiana.
O Salão de Palestras Para se conhecer uma casa espírita idônea é importante que se preste atenção na sala de palestras. Se o centro espírita que você está visitando tem o hábito de colocar quadros ou imagens no salão destinados às exposições, possivelmente o ambiente é carente de orientação doutrinária correta. Certamente é costume que vem do catolicismo e se está apenas substituindo as imagens por quadros de personalidades ou Espíritos que são admirados pelo grupo. Um outro hábito não pouco comum, é o costume de se fazer a abertura dos trabalhos públicos de esclarecimento valendo-se de músicas e cantorias. Cânticos enaltecendo a Virgem Maria e até mesmo Allan Kardec são freqüentes. A casa espírita é um ambiente semelhante a uma escola e não tem sentido agir dentro das suas dependências como numa igreja.
Instituições que fecham suas portas nas sessões públicas, que promovem manifestações de Espíritos com público presente, que desenvolvem trabalhos públicos de 'desenvolvimento das potencialidades mediúnicas', que são dirigidas pelo 'guia da casa', que exigem que todos se levantem na hora da abertura são casas assistidas por Espíritos pouco adiantados, que ainda se encontram, no mundo espiritual, presos às suas convicções religiosas. E o que é pior, passam-se por Espíritos elevados e os dirigentes sequer desconfiam por não desconhecem o básico das orientações kardequianas, no que diz respeito à identidades dos Espíritos. Nesses ambientes, dificilmente se poderá conseguir ajuda no tratamento de obsessões graves e mesmo orientações suficientes para se corrigir posturas morais inadequadas.
A Sala de Passes Para identificar uma boa casa espírita, também é importante prestar atenção naquilo que se passa dentro da sala de passes. Primeiro, esteja atento nas atitudes dos passistas. Se o médium que está transmitindo o passe estiver "incorporado" por um Espírito, certamente não possui orientação doutrinária adequada. O trabalhador espírita não precisa desse recurso para dar passes. Seu guia espiritual pode assisti-lo, sem que seja necessário manifestar-se ostensivamente. Em casa espírita com boa instrução kardequiana, não se vê esse tipo de procedimento.
Outro costume estranho ao trabalho espírita, é o médium dar conselhos às pessoas que estão recebendo passes, quando supostamente vêem ou sentem esta ou aquela coisa. Isso cria uma aura de importância pessoal em torno do passista, inadequada ao equilíbrio do trabalho com Jesus. A sala de passes não é o ambiente apropriado para se ministrar orientações individuais.
Os ensinamentos são dados principalmente na sala de palestras e as conversas particulares devem acontecer nas salas de entrevistas. A sala de passes é um lugar com um papel fundamental: oferecer energias que vão restabelecer o equilíbrio fluídico dos enfermos e necessitados.
Para ministrar o passe, o médium não necessita tocar nas pessoas que vão receber as energias. Também não é necessário que o médium estale os dedos, que fungue como se estivesse tendo uma síncope respiratória ou que faça movimentos exagerados com o corpo para a magnetização. O passe deve ser administrado de forma simples, com preces e imposição de mãos, deixando de lado as técnicas mirabolantes que não possuam fundamentação doutrinária.
Os chamados "passes anímicos" também são uma incoerência, uma vez que na casa espírita, mormente neste trabalho de fluidoterapia, estamos sempre secundados pelos Espíritos amigos. Os passes com cores (cromoterapia), encontrados em muitas casas espíritas, também devem ser vistos com cautela, afinal a cromoterapia nada tem a ver com a Doutrina Espírita.
É bom observar se os passistas têm roupas especiais, como vestir-se de branco por exemplo, ou se ficam descalços para trabalhar. Isso é desnecessário. Veja se é mantida uma certa disciplina na sala ou se existem os tais "passistas especiais" cujos passes duram uma eternidade, atraindo filas quilométricas para eles. Ambientes onde se estudam as obras do Codificador, não se coadunam com tais coisas.
A Reunião Pública Um ponto muito importante a ser observado no reconhecimento de uma boa casa espírita é a forma como é estruturado o trabalho de esclarecimento ao público. Certamente que todos são livres para desenvolver essa tarefa da forma que acharem mais conveniente, mas deixaremos aqui nossa opinião, baseada no objetivo maior do centro espírita que é fazer despertar o homem novo.
A reunião de esclarecimento destinada ao público em geral que freqüenta a casa espírita, deve ter uma característica diferente das que são realizadas para estudos com os trabalhadores. Isto nos parece claro, uma vez que a população destes dois grupos é completamente diferente. Enquanto estes últimos já estão em busca do entendimento da Doutrina Espírita propriamente dita, através do estudo, os primeiros necessitam de conforto e esclarecimento básico das coisas espirituais, com raras exceções.
A maioria das pessoas que procuram o centro espírita, o faz porque é portadora de problemas os mais diversos. Busca encontrar ali o conforto, o amparo e respostas para suas perguntas. Carece de orientação evangélica, à luz do Espiritismo, e esse deve ser o papel da instrução dada nas reuniões públicas. Primeiro somos evangelizados para depois entrarmos no entendimento do pensamento kardequiano. Jamais entenderemos Allan Kardec, sem conhecermos os fundamentos dos ensinamentos de Jesus.
O trabalho de explanação da palavra divina ao povo é a mais grave tarefa da casa espírita e deve ser realizada por aqueles que têm um mínimo amadurecimento espiritual, conhecimento evangélico e doutrinário, além de conduta moral sadia como força de exemplificação.
A mensagem deixada deve despertar na criatura que a ouve o gosto pelas coisas espirituais, caso contrário será trabalho vão. Deve ser simples e objetiva, sem preocupações maiores com a forma, passando de maneira adequada os ensinamentos de Jesus à luz da Doutrina Espírita. Precisa encaminhar sempre o indivíduo à reflexão, ao conhecimento de si mesmo, única forma de motivar mudanças de posturas.
Palestras com temas doutrinários complexos, ou aquelas onde predominam as historinhas dos livros psicografados, ou ainda as que são permeadas pelos exemplos pessoais de quem fala deveriam ser deixadas de lado, pois são carentes do essencial que mobiliza a criatura para a busca do conhecimento. A palavra precisa ser clara, simples e objetiva para atingir os simples de coração, conforme ensina Jesus.
Corpo de trabalhadores
A casa espírita necessita ter um copo de trabalhadores definido para desempenhar as tarefas de uma atividade tão grave como essa. Pessoas que sejam preparadas dentro de um espírito de servir e não o de ser servido. Casas que não se preocupam com essa importante orientação de Allan Kardec, que, a pretexto da caridade, colocam as pessoas para trabalhar sem o menor preparo, apenas baseado na boa vontade do indivíduo que chega na casa "querendo trabalhar", são vítimas freqüentes da desorganização, dos melindres e inúmeros problemas advindos do orgulho e vaidade dos membros.
Assistência Social
Toda casa espírita adequadamente orientada deve ter atividades de amparo aos mais necessitados. Sopa, creches, orfanatos, asilos, farmácias, visitas aos hospitais, presídios etc. Entretanto, esta não deve e nem pode ser a coisa mais importante, o carro chefe da casa. O que deve preponderar é o ensino, pois só através do ensino a criatura sentirá a necessidade verdadeira de servir ao seu irmão. A atividade de caridade deve ser uma conseqüência do esclarecimento e não ser realizado com a idéia de que as obras boas fazem o homem bom. Na verdade é o homem bom que faz as boas obras, ou seja, o homem reformado faz obras sem preocupação de estar angariando um lugar no céu (no caso dos espíritas, fora do umbral). Essa postura é um equívoco e mais uma vez é fruto do espírito católico que contaminou o movimento com suas idéias seculares de promessas e mercadejamento das coisas de Deus."

terça-feira, maio 29, 2012

Palestra em Casa: O Evangelho de Mateus à luz da Filosofia




Excelente palestra Espírita sobre o Evangelho de Mateus à luz da Filosofia.
A palestrante Espírita, Astrid Sayegh, enfatiza a consciência do ser que reconhece a essência Divina e interna em si mesmo e na busca interna por uma consciência iluminada;
A busca pela felicidade interior (Reino de Deus em nós mesmos) através de uma ação positiva no bem agir, bem pensar, sem esperar recompensas terrenas, bem como do julgamento de nossas ações onde o que é priorizado são as intenções (aspecto mais íntimo no ser)  motivadoras de nossas ações. 
A Filosofia, como instrumento da razão, cumpre seu papel, universaliza e se confraterniza com a verdade!

terça-feira, setembro 14, 2010

NOSSO LAR




Sinopse do livro Nosso Lar - Edição Especial:

Nosso Lar é o nome da Colônia Espiritual que André Luiz nos apresenta neste primeiro livro de sua lavra. Em narrativa vibrante, o autor nos transmite suas observações e descobertas sobre a vida no Mundo Espiritual, atuando com um repórter que registra as suas próprias experiências. Revela-nos um mundo palpitante, pleno de vida e atividades, organizado de forma exemplar, onde Espíritos procedentes da Terra passam por estágio de recuperação e educação espiritual supervisionado por Espíritos Superiores. Nosso Lar não é o Céu; é mais um hospital, uma escola, uma zona de trânsito. Mas nos permite antever o Mundo Espiritual que nos aguarda, quando abandonarmos o corpo carnal pela morte física.

Filme baseado na obra de Chico Xavier
Para ver sinopse do filme, ficha técnica e elenco: 
http://www.nossolarofilme.com.br/
Um lindo Site, vale a pena dar uma olhada!

quarta-feira, janeiro 13, 2010

PRECE DE CÁRITAS


DEUS, nosso Pai, que sois todo poder e bondade, dai forca àquele que passa pela provação; dai luz àquele que procura a verdade, pondo no coração do homem a compaixão e a caridade. Deus, dai ao viajor a estrela guia; ao aflito a consolação; ao doente o repouso. Pai, dai ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, a criança o guia, ao órfão o pai. Senhor, que a vossa bondade se estenda sobre tudo que Criastes. Piedade Senhor, para aqueles que não vos conhecem, esperança para aqueles que sofrem. Que a Vossa bondade permita aos espíritos consoladores derramarem por toda parte a paz, a esperança e a fé. Deus, um raio, uma faísca do Vosso amor pode abrasar a terra. Deixa-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita e todas as lágrimas secarão, todas as dores acalmar-se-ão. Um só coração, um só pensamento subirá até Vós como um grito de reconhecimento e amor. Como Moisés sobre a montanha, nos Vós esperamos com os braços abertos, oh! Poder... oh! Bondade... oh! Beleza... oh! Perfeição, e queremos de alguma sorte alcançar a Vossa misericórdia. Deus, dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até Vós. Dai-nos a caridade pura; dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará de nossas almas, o espelho onde deve refletir a Vossa Santa e Misericordiosa imagem.
* * *
Mme. W. Krill.
Ditado pelo Espírito Cáritas.
25 de dezembro de 1873.

domingo, novembro 29, 2009

O LIVRO DOS MÉDIUNS, EXIBIDO PELA TV MUNDO MAIOR

O Livro dos Médiuns
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicação do Livro dos Médiuns em Paris
O Livro dos Médiuns, ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores (Le Livre des Médiums em francês), é a segunda das cinco obras básicas do espiritismo, publicada em 1861, na França, por Allan Kardec. Versa sobre o caráter experimental e investigativo da Doutrina Espírita, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física.

As primeiras investigações de Kardec tinham por foco um fenômeno bastante comum em meados do século XIX, na Europa e nos Estados Unidos: o das chamadas mesas girantes ou dança das mesas, em que certa quantidade de pessoas se reuniam em torno de mesas para se entreter com deslocamentos insólitos e aparentemente involuntários realizados por esses móveis. Apesar do nome, era comum, segundo diversos relatos da época, a ocorrência de fenômenos semelhantes com objetos variados.
Após dois anos de investigação, Kardec se viu particularmente convencido da hipótese mediúnica como a forma mais consistente de explicar certas ocorrências de movimentação espontânea de objetos. Isso porque, para além dos simples deslocamentos aleatórios, perfeitamente atribuíveis a causas naturais, Kardec catalogou o que denominava manifestações inteligentes, ou seja, movimentos que recorriam a sistemas simbólicos para estabelecer um canal de comunicação com um entrevistador. Alguém fazia uma pergunta e estabelecia critérios como "uma batida para sim, duas para não", e, em certos casos, um interrogatório feito à exaustão obtinha sucessivas respostas corretas. Com o tempo esse método de comunicação foi sendo depurado, passando pelo uso de um lápis amarrado a um cesto em cuja borda um ou mais médiuns colocavam seus dedos, até chegar à moderna técnica da psicografia.
Assim, Kardec se empenhou em fazer um estudo analítico das diversas modalidades de comunicação estabelecidas entre homens e espíritos, que resultou em O Livro dos Médiuns.


O LIVRO DOS ESPÍRITOS EM ÁUDIO



O Livro dos Espíritos
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Publicação do Livro dos Espíritos em Paris
O Livro dos Espíritos (Le Livre des Esprits) é o primeiro livro sobre a doutrina espírita publicado pelo educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, em 18 de abril de 1857, sob o pseudônimo Allan Kardec. É uma obra básica do espiritismo, e foi lançado por Kardec após seus estudos sobre os fenômenos que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica, e estavam difundidos por toda a Europa durante o século XIX.
Apresenta-se na forma de perguntas e respostas, totalizando 1.019 tópicos. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.
As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente Caroline e Julie Boudin (respectivamente, 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (18 anos à época) no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido a comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, totalizando em "mais de dez", nas palavras de Kardec, o número de médiuns cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação de O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de Abril de 1857, no Palais Royal, na capital francesa, contendo 550 itens. Só a partir da segunda edição, lançada em 16 de março de 1860, com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, aparecem as atuais 1019 perguntas e respostas.


FONTE DO ÁUDIO http://espiritismoemmovimento.blogspot.com/

domingo, novembro 08, 2009

O Espiritismo De Kardec Aos Dias De Hoje

Em comemoração ao Bicentenário de Nascimento de Allan Kardec (1804-2004), o Codificador do Espiritismo, a Federação Espírita Brasileira (FEB), em parceria com a Versátil Home Video, apresenta "O Espiritismo - De Kardec aos Dias de Hoje". O filme traz uma visão geral sobre os preceitos básicos da Doutrina Espírita e sua contribuição para o progresso e a felicidade do ser humano. Abrangendo desde as obras que compõe a Codificação do Espiritismo por Allan Kardec ao Movimento Espírita da atualidade, é uma excelente introdução à Filosofia, à Ciência e à Religião Espírita. Oferecimento: Acervo Virtual Espírita - http://acervovirtualespirita.webs.com - (Espaço dedicado ao espiritismo e a espiritualidade, diversificado material gratuito para download)


quarta-feira, julho 29, 2009

Dr. Adão Nonato - Como as Palavras Influenciam seu Destino


Muito mais do que uma simples onda sonora, a palavra é uma energia viva que circula no ambiente e na mente das pessoas. Dr. Adão Nonato reforça a importância da virgila em tudo o que se diz. Durante a palestra, o psicólogo e comunicador espírita orienta porque é importante fazer o uso correto das palavras.

quarta-feira, maio 27, 2009

Vida Depois da Vida

A vida não termina com a morte do corpo físico. Somos eternos, somos muitos mais que carne e ossos... Somos pura essência de Deus...

sábado, maio 23, 2009

MINHAS VIDAS


MINHAS VIDAS
EUA, 87. Direção de Robert Butler. Roteiro de Shirley MacLaine e Colina Higgins, baseado no livro "Minhas Vidas". Com Shirley MacLaine, Charles Dance, David Manning, Anne Jackson e Jerry Orbach.
A autobiografia de Shirley MacLaine, em livro e na mencionada mini série, chega a ser bonito tributo ao reencarnacionismo e ao mediunismo. Shirley transmite uma forte mensagem espiritualista, embora - como quase toda obra norte-americana ou inglesa - sejam usados termos como metafísica, ocultismo e esoterismo, mesmo quando os fenômenos registrados nada diferenciam da tradição espírita.