O sábio Patanjali, autor do Yoga Sutras, o livro didático básico de ioga, afirma que a qualidade das nossas ações depende dos gunas que predominam em nós. Os três gunas - sattva, rajas e tamas - são considerados como as qualidades fundamentais da natureza, ou prakriti. Para podermos compreender isso plenamente, temos de examinar a interpretação hindu da criação e da dissolução do universo.
quinta-feira, maio 21, 2009
La Vida Secreta de las Plantas
La Vida De Las Plantas, David Attenborough Describe Vívidamente Los Más Intrigantes Aspectos Del Comportamiento De Las Plantas, Desde El Abrasador Desierto Del Sáhara Hasta La Congelada Superficie De La Antártida., Espectaculares Y Dramáticas Secuencias Filmadas Con Cámara Rápida Y Técnicas Informáticas, Desvelan Un Mundo Natural Lleno De Belleza, De Ferocidad Y De Actividad.
quarta-feira, maio 20, 2009
Buraco Negro da Via Láctea a Ciência e o Ocultismo- I
Sempre tive curiosidade em saber qual era a função destes tão intrigantes "buracos negros", mas nunca me detive em procurar respostas ou pesquisar sobre o assunto. Entretanto, após ler um livro que introduz à obra da Doutrina Secreta, parece que a resposta flui curiosamente. Como não sou nenhuma especialista no assunto, tenho inúmeras dúvidas, mas se estes tais de "buracos negros" não estiverem relacionados com os mavântara e pralaya ... Eu diria: - Que coincidência não é mesmo!?Buraco Negro da Via Láctea a Ciência e o Ocultismo- I
terça-feira, maio 19, 2009
Índio poluía o ar há 3.500 anos no Peru

Máscara mochica de ouro, que preserva manchas de vermelhão; estudo diz que civilizações já poluíam com mercúrio, por mineração.
Além de terem desenvolvido a agricultura irrigada, a astronomia e a construção de pirâmides, as primeiras civilizações sul-americanas também inventaram algo menos glorioso: a poluição por metais pesados. Há 3.500 anos, no Peru, elas já contaminavam o ar com mercúrio, produto da mineração.
Um estudo realizado por pesquisadores do Canadá, dos EUA e da Alemanha descobriu evidências "incontroversas" de poluição atmosférica por mercúrio milênios antes da conquista espanhola. O metal está acumulado nos sedimentos de três lagos na região de Huancavelica, que abriga a maior jazida de mercúrio das Américas.
Extraindo colunas de sedimento do fundo desses lagos e datando-as, o grupo liderado por Colin Cooke, da Universidade de Alberta, descobriu que a contaminação começou em 1400 a.C. e atingiu valores máximos em 500 a.C. e 1450 d.C.
Estas últimas datas correspondem, respectivamente, ao apogeu da cultura Chavín --considerada o primeiro Estado sul-americano-- e da inca.
Essas civilizações exploravam a região de Huancavelica em busca de cinábrio (HgS), um mineral composto de mercúrio e enxofre.
O cinábrio é moído para a produção de vermelhão, corante que compõe as tinhas vermelhas vivas que culturas como a Chavín, a mochica e a inca usavam como pintura corporal ou para cobrir objetos de ouro.
O mercúrio é altamente tóxico, e exposição a seus compostos causa problemas sérios ao sistema nervoso, aos rins e ao sistema endócrino. Os maias usavam pedras de cinábrio em seus sarcófagos, entre outras coisas, para evitar que eles fossem saqueados.
A produção local de vermelhão foi a primeira fonte de poluição por mercúrio em Huancavelica. O pó de cinábrio, emitido na extração e na moagem do minério, fez a concentração de mercúrio nos sedimentos saltar pela primeira vez acima do nível natural. De 7 microgramas por metro quadrado ao ano ela vai para até 28 microgramas por metro quadrado.
Com o estabelecimento da cultura Chavín, o uso de mercúrio --e a contaminação-- cresceu exponencialmente. O nível do metal nos sedimentos se multiplicou por dez em relação à quantidade natural.
A partir daí, a poluição começa a declinar novamente, para explodir a partir do ano 1400, com a chegada do império inca às minas de cinábrio.
Os incas também trouxeram uma inovação tecnológica que deve ter causado problemas sérios aos habitantes de Huancavelica: "O tipo de poluição mudou de pó de minério para mercúrio elementar gasoso", disse Cooke à Folha. O aquecimento do minério separa o enxofre do mercúrio, produzindo o metal prateado.
Foram os vapores letais desse elemento que se espalharam pelo ar na região. Nos sedimentos de idade pós-incaica analisados pelo grupo de Cooke, o mercúrio aparece em concentrações 30 vezes superiores à natural.
Cooke diz que é difícil saber qual era o grau de exposição da população ao poluente --que também contaminou a água-- e que tipo de impacto a contaminação deve à saúde. "É difícil especular quais eram os riscos", afirma, "mas qualquer quantidade de mercúrio é potencialmente tóxica".
domingo, maio 17, 2009
Doutrina Secreta e Ciência Contemporânea
Palestra de Luciano Areas na Loja Perseverança da Sociedade Teosófica no Rio de Janeiro sobre as três proposições fundamentais da Doutrina Secreta de H. P. Blavatsky e as constatações da ciência moderna. Sociedade Teosófica no Rio de Janeiro
sábado, maio 16, 2009
quarta-feira, maio 13, 2009
segunda-feira, maio 11, 2009
DOENÇAS RELACIONADAS ÀS EMOÇÕES.
Realmente podemos ficar doentes devido ao enfraquecimento de nossa aura. Distúrbios emocionais, insatisfações ou aborrecimentos constantes, e principalmente o pessimismo, a baixa estima, o não amar a si mesmo (a), muito comum e freqüente em certas pessoas, podem enfraquecer nosso campo de proteção áurica, causando-nos diversas doenças.
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