terça-feira, maio 29, 2012

Palestra em Casa: O Evangelho de Mateus à luz da Filosofia




Excelente palestra Espírita sobre o Evangelho de Mateus à luz da Filosofia.
A palestrante Espírita, Astrid Sayegh, enfatiza a consciência do ser que reconhece a essência Divina e interna em si mesmo e na busca interna por uma consciência iluminada;
A busca pela felicidade interior (Reino de Deus em nós mesmos) através de uma ação positiva no bem agir, bem pensar, sem esperar recompensas terrenas, bem como do julgamento de nossas ações onde o que é priorizado são as intenções (aspecto mais íntimo no ser)  motivadoras de nossas ações. 
A Filosofia, como instrumento da razão, cumpre seu papel, universaliza e se confraterniza com a verdade!

PAULO FREIRE

Com base no texto postado anteriormente que trata sobre a Educação do Autoconhecimento, cujos argumentos foram tão bem colocados por Joaquim Soares e por Helena P. Blavatsky, é praticamente impossível não pensar na proposta e na ação educacional de Paulo Freire, que se encaixa perfeitamente na visão da pedagogia Teosófica. 
Paulo Freire, sem dúvida, merece sua titularidade de Grande Mestre que no laboratório de nossa pátria Brasil, entre as piores crises sociais e políticas, soube deixar seu legado aos educadores e ao povo brasileiro.  
O texto a seguir encontra-se originalmente no site:  http://revistaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/mentor-educacao-consciencia-423220.shtml?page=0#
Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.


quarta-feira, maio 23, 2012

DIFERENÇAS ENTRE O ESTUDO E O DEBATE


Foto RBS - amanhecer colorido de hoje em Porto Alegre
“... a teosofia não é conceitual. A sabedoria não é feita de palavras. 
Ela apenas utiliza conceitos e palavras. Ela é feita de percepção direta e sem intermediação. 
As palavras são só instrumentos importantes, que devem ser usados com respeito, clareza e responsabilidade; e que, quando são bem usados, ajudam a alcançar a sabedoria.”