DENÚNCIA: CONSPIRAÇÃO DA ENERGIA ELÉTRICA: “ANEEL” AJUDA AS CONCESSIONÁRIAS ENRIQUECEREM ÀS CUSTAS DOS CONSUMIDORES.
No ano de 2009 as concessionárias de energia elétrica confessaram na mídia o "engano" no cálculo das tarifas, ou seja, que ESTÃO COBRANDO A MAIOR do consumidor brasileiro desde o ano de 2002, com o respaldo de uma “metodologia de cálculo” produzida pela “ANEEL” (que deveria fiscalizar as concessionárias). Este “erro” que enriquece as concessionárias enquanto lesa o consumidor, foi comprovado pelo TCU em Pernambuco bem como pela CPI das Tarifas no mesmo ano.
Até agora, infelizmente ninguém foi preso, isto mesmo, porque se fosse um consumidor que estivesse fazendo um “gato” na energia elétrica, a concessionária já teria chegado à sua residência com um policial, um engenheiro com equipamento fotográfico, e o arrastaria preso em flagrante por furto de energia, mas neste caso quem faz o “gato” são as concessionárias nas contas de energia dos consumidores, escudadas pela “ANEEL” e pela palavra “erro” e por isto acham que estão fora do alcance da "longa manus" da Justiça.
Para agravar a lesão causada ao consumidor, a “ANEEL” em fevereiro de 2010 informou pela mídia que “corrigiu o erro na tarifa de energia elétrica”, mas que esta correção não será obrigatória para as concessionárias, ou seja, se quiserem continuarão a cobrar como vêm cobrando (à maior).
A SOS DIREITOS HUMANOS já antecipando que o consumidor não seria indenizado pelas concessionárias uma vez que têm o apoio incondicional da “ANEEL”, protocolou no dia 04 de novembro de 2009, no Fórum Clóvis Beviláquoa, em Fortaleza - Ceará, (distribuída para a 23ª Vara Cível), a PRIMEIRA AÇÃO CIVIL COLETIVA NO BRASIL requerendo a REPETIÇÃO EM DOBRO DO INDÉBITO, ou seja, dos valores pagos à maior pelos consumidores de energia elétrica, em todo o Ceará, bem como, que a COELCE seja obrigada a corrigir o erro e, aplicar nas contas vincendas de energia elétrica, os índices corretos, sob pena de pagamento diário de multa no valor de R$100.000,00.
O consumidor pessoa física ou jurídica, que quiser habilitar na ação deverá entrar em contato com a SOS DIREITOS HUMANOS pelo email: sosdireitoshumanos@ig.com.br ou pelo celular: (85) 8613.1197.
Dr. Otoniel Ajala Dourado
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
OAB/CE 9288 - 55 85 8613.1197
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br
OBS: Participe da CORRENTE DO BEM, repasse esta informação para o próximo consumidor.
Eradicate extreme poverty & hunger Support Concern Worldwide
www.concern.net
Public Service Ads by Google
TRECHO:
As Eras Astrológicas já registradas remontam a 10.000 a.C. e foi a Era de Leão, uando o homem deixou sua condição de animal e passou a utilizar a natureza de forma acional, plantando, criando animais e aprendendo a polir a pedra para transformá-la em ferramentas e utensílios domésticos. Essa eradurou 2.000 anos e terminou em 8.000 a.C.
Na Astrologia, um Grande Ano equivale a doze Eras ou Grandes Meses, cada um com duração de proximadamente 2.000 anos, regidas por signos, em sentido decrescente. Cada uma dessas Eras é marcada por fatos relevantes para a História da Humanidade e tem acontecido numa gradativa evolução.
A segunda Era registrada foi a de Câncer, de 8.000 a 6.000 a.C., quando o homem deixou as cavernas e começou a construir habitações, organizando-se socialmente.
A Era de Gêmeos, de 6.000 a 4.000 a.C. é marcada por uma das grandes conquistas do homem, a escrita, que lhe permitiu deixar gravadas as suas idéias e a memória dos povos.
Touro foi a Era seguinte, de 4.000 a 2.000 a.C., período do surgimento das grandes civilizações, da construção das grandes cidades e do progresso material.
Regido por Marte, de 2.000 a 0 a.C., a Era de Áries foi marcada pelas grandes lutas, pelas invasões e pelas conquistas, presenciando o surgimento de uma das mais importantes culturas de todas as Eras, a grega.
A Era de Peixes, de 0 a 2.000 d.C., com seu caráter nitidamente religioso,
presenciou o nascimento do cristianismo, que revolucionou as relações do 4 homem com a divindade, sendo o próprio símbolo de Peixes também o símbolo secreto da fé cristã, nos primeiros tempos.
A Era de Aquário, que se estenderá de 2.000 a 4.000 d.C, prevê grandes conquistas e descobertas no campo da ciência e do espírito, com a afirmação de verdades eternas, abafadas ou ocultas por muitos e muitos séculos. Essa Era de grande desenvolvimento levará o homem ao encontro de seus irmãos no Cosmos e tanto pode trazer a paz e a harmonia permanente, como pode levar à destruição do planeta. A grande preocupação com o futuro deverá ser desencadeada logo nos primeiros anos da Era de Aquário, antes que seja tarde demais para reverter o processo inexorável de aniquilamento das reservas de água, ar e vida em todo o planeta.
Se teremos ou não uma Era de Capricórnio, a partir de 4.000 d. C. , só o tempo dirá, mas a primeira década deste milênio permitirá uma visão otimista ou catastrófica desse futuro.
Falun Gong, de autoria do Sr. Li Hongzhi, é um livro introdutório.
Nele são explicados sistematicamente vários aspectos da prática e dos princípios de Falun Gong, em linguagem simples e acessível a todos. Recomendamos que se inicie a leitura por este livro, sempre lembrando de não grifá-lo e de lê-lo do começo ao fim.
Equipe de reportagem visitou geoglifos no Acre e no Amazonas.
Confira mapa de satélite com os misteriosos desenhos ancestrais.
Do Globo Amazônia, com informações do Fantástico
Elas passaram séculos escondidas pela floresta. Agora, com o desmatamento para a criação de gado, estão aparecendo cada vez mais. Os geoglifos são formas perfeitas escavadas no solo, espalhadas pelo extremo oeste da Amazônia.
Serão vestígios de uma sociedade desconhecida? Ou restos do lendário reino de Eldorado, com que tantos exploradores sonharam?
Segundo o paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, os geoglifos formavam um grande sistema que se estendia por centenas de quilômetros nessa região da Amazônia. Ranzi fazia parte da equipe que descobriu os desenhos, em 1977. Mas foi só nos últimos tempos que o número de achados disparou, graças a fotos de satélite disponíveis na internet. Já são quase 300 geoglifos - de alguns, os pesquisadores nunca chegaram perto.
Manaus lidera número de vítimas por descarga elétrica na década.
Período de 16 a 20 de fevereiro é o mais perigoso.
Do G1, em São Paulo, com informações do Fantástico
Na segunda quinzena de fevereiro começa a época mais perigosa do ano para a incidência de raios. É no período de 16 a 20 de fevereiro que está concentrada a maior ocorrência de descargas elétricas no país. Das mortes, 14% ocorrem dentro de casa. Em todo o Brasil, 10% dos óbitos causados por raios são em campos de futebol.
Levantamento do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Elat/INPE) mostra que Manaus lidera as mortes por raio. Foram 16 entre 2000 e 2009. Os moradores da capital do Amazonas seriam mais vulneráveis porque diariamente milhares deles precisam usar barcos como meio de transporte. O fato de a água ser um bom condutor de eletricidade facilita a descarga elétrica.
São Paulo é a segunda cidade onde mais gente morreu vítima de descargas elétricas nos últimos dez anos. Foram 14. Na quarta-feira (3), um costureiro boliviano morreu no Centro da cidade.
A recomendação dos especialistas não tomar banho, evitar usar o telefone fixo e o celular se ele estiver conectado ao carregador durante os temporais e se afastar de janelas metálicas, da geladeira e de tomadas.
Ao todo, 1.321 brasileiros morreram atingidos por raios, entre 2000 e 2009, segundo o Elat/INPE. O número é dez vezes maior que o de mortes provocadas pela febre amarela, por exemplo.
Os teosofistas são muitas vezes injustamente acusados de infiéis e mesmo de ateus. É um grave erro, especialmente em se tratando de última acusação.
Numa Sociedade importante , formada de membros pertencentes a tantas raças e nacionalidades diferentes; numa associação onde cada homem e cada mulher é livre de crer o que prefere, e de seguir ou não, segundo seu desejo, a religião sob a qual nasceu e foi educado, há pouco lugar para o ateísmo. Quanto à acusação de "infiel", é contra-senso e fantasia. Para demonstrar o ABSURDO, basta-nos pedir a nossos difamadores que nos mostrem, no mundo civilizado, a pessoa que não seja considerada "infiel" por alguém pertencente a uma fé diferente. Quer se trate dos círculos altamente respeitáveis e ortodoxos, ou da "sociedade" que se diz heterodoxa, será sempre o mesmo. É uma acusação mútua, tácita e não abertamente expressa; uma espécie de raquetes mentais, onde cada um devolve a bola num silêncio educado.
Em realidade, nenhum teosofista ou não-teosofista pode ser "infiel", e por outro lado, não há ser humano que não o seja na opinião de um sectário qualquer. Quanto à acusação de ateísmo, é outro caso.
Que é ateísmo?, perguntamos em primeiro lugar. Será o fato de não se crer na existência de um Deus ou deuses, e de negá-la, ou será simplesmente a recusa em aceitar uma deidade pessoal, segundo a definição um tanto violenta de R. Hall, que define o ateísmo como um "sistema feroz que nada deixa ACIMA de nós, para inspirar o terror, e nada ao nosso redor para despertar a ternura"! Isso é duvidoso para a maior parte dos nossos membros, caso se aceite a primeira condição, pois que os da Índia e Birmânia, etc., acreditam em deuses, em seres divinos e temem alguns deles.
Assim, também, um grande número de teosofistas ocidentais não deixaria de confessar sua crença completa em espíritos planetários ou do espaço, fantasmas ou anjos. Muitos dentre nós aceitam a existência de inteligências superiores ou inferiores, de Seres tão grandes quanto qualquer Deus "pessoal". Isto não é segredo. A maior parte dentre nós crê na sobrevivência do Ego espiritual, nos Espíritos Planetários e nos NIRMANAKAYAS, esses grandes Adeptos de eras passadas, que, renunciando seus direitos ao Nirvana, permanecem nas esferas em que vivemos, não como "espíritos", mas como Seres espirituais humanos completos.
Eles permanecem tais como foram, excetuando o que se refere a seus invólucros corporais visíveis, que abandonaram a fim de ajudar a pobre humanidade, na medida em que essa ajuda possa ser dada, sem ir de encontro à Lei Kármica. Essa é realmente a "Grande Renúncia", um incessante sacrifício consciente através dos EONS e eras, até o dia em que os olhos da humanidade se abrirem e, em lugar de um pequeno número, TODOS reconhecerem a Verdade Universal. Se permitissem que o fogo que anima os nossos corações, como idéia do mais puro de todos os sacrifícios, fosse inflamado pela adoração e oferecido sobre um altar elevado em sua honra, esses seres poderiam ser considerados como Deus ou Deuses. Mas, não o querem. Em verdade, é somente no imo do coração que se deve elevar, neste caso, o mais belo Templo de Devoção; qualquer outra coisa não seria mais que ostentação profana.
Consideremos agora outros Seres invisíveis, dos quais alguns estão muito acima e outros muito abaixo na escala da evolução divina. Dos últimos, nada podemos dizer; quanto aos primeiros, nada nos podem dizer, porquanto nós não existimos perante eles. O homogêneo não pode ter conhecimento do heterogêneo, e (a não ser que aprendamos a fugir do nosso invólucro material para "comungar" de espírito a espírito) não podemos esperar conhecer sua natureza real.
Mas, todo verdadeiro teosofista afirma que o Eu Superior divino de cada homem mortal é da mesma essência que a desses Deuses. O Ego encarnado, dotado de livre arbítrio, possuindo, por isso, maior responsabilidade, é, a nosso ver, superior, e até, talvez, mais divino que qualquer INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL que ainda espera a encarnação. Do ponto de vista filosófico, a razão é clara, e todo metafísico da escola oriental a compreenderá. O Ego encarnado está na dependência das dificuldades que não existem para a pura Essência divina não associada à matéria; neste caso, não há nenhum mérito pessoal, ao passo que o Ego em encarnação está no caminho de seu aperfeiçoamento final através das provações da existência, da tristeza e do sofrimento.
A sombra do Karma não pode se estender sobre o que é divino, isento de qualquer ligação e tão diferente do que somos que não pode haver entre nós relação alguma. Quanto a essas deidades, que no Panteão esotérico hindu são consideradas finitas e, por conseguinte, submetidas ao Karma, jamais um verdadeiro filósofo consentirá em adorá-las; são figuras e símbolos.
Seremos nós, então, considerados ateus porque, crendo nas Falanges Espirituais - nesses seres que vieram a ser adorados na sua coletividade como um Deus PESSOAL - recusamo-nos terminantemente a considerá-las como representantes do Uno Incognoscível? Porque afirmamos que o Princípio Eterno - o TODO NO TODO DO PODER ABSOLUTO, DA TOTALIDADE - não pode ser expresso por palavras limitadas, nem por ter por símbolo qualquer atributo condicionado e qualificativo? Ainda mais, deixaremos passar sem protesto a acusação de idolatria que atiram sobre nós os católicos romanos, os quais seguem uma religião tão pagã quanto a dos adoradores dos elementos do sistema solar? Católicos, que tiraram o seu credo, aliás, diminuído e dissecado, do paganismo existente há muitas eras antes do ano I da Era Cristã; católicos cujos dogmas e ritos são os mesmos que os de qualquer nação idólatra - se é que alguma ainda existe.
Sobre toda a superfície da Terra - do Pólo Norte ao Pólo Sul, dos golfos gelados dos países nórdicos, às planícies tórridas do sul da Índia, na América Central, na Grécia e na Caldéia - era adorado o Fogo Solar, como símbolo do Poder Divino, criador da vida e do amor. A união do Sol (o espírito - elemento masculino) com a Terra (a matéria - elemento feminino) era celebrada nos Templos do Universo inteiro. Se os pagãos tinham uma festa comemorativa dessa união - a festa que celebravam nove meses antes do Solstício de Inverno, quando se dizia que Ísis tinha concebido - também a têm os católicos romanos.
O grande e SANTO DIA da ANUNCIAÇÃO, o dia no qual a "Virgem Maria" recebeu o favor de (seu) Deus e concebeu o "Filho do Altíssimo", é celebrado pelos cristãos NOVE MESES ANTES DO NATAL. Donde vêm a adoração do fogo, das luzes e lâmpadas nas igrejas? Por que isso? Porque Vulcano, o Deus do Fogo, desposou Vênus, a deusa do mar; e é por essa mesma razão que os Magos velavam o Fogo Sagrado como as Virgens vestais do Ocidente. O Sol era o "Pai" da eterna Natureza Virgem-Mãe; Osíris e Ísis; Espírito-Matéria, este último adorado sob seus três aspectos pelos pagãos e cristãos. Daí vêm as Virgens - dá-se o mesmo no Japão - vestidas de azul estrelado, apoiadas sobre o crescente lunar, símbolo da Natureza feminina (em seus três elementos: ar, água e fogo); o Fogo ou o Sol, macho, fecundando-a anualmente pelos seus raios luminosos (as "línguas de fogo" do Espírito Santo).
No KALEVALA, o mais antigo poema épico dos finlandeses de Antigüidade pré-cristã, o que nenhum erudito poderá duvidar, fala-se dos deuses da Finlândia, dos deuses do ar e da água, do fogo e das florestas, do céu e da terra. Na magnífica tradução de J. M. Grawford, Rume L. (vol. 11), o leitor achará a lenda inteira da Virgem Maria em:
MARIATTA, filha da beleza
Virgem-Mãe das Terras Nórdicas... (p. 720)
Ukko, o Grande Espírito, cuja moradia é em Yûmala (o Céu ou Paraíso), escolhe como veículo a Virgem Mariatta para se encarnar por meio dela em Homem-Deus. Ela concebe colhendo e comendo uma baga vermelha (marja). Repudiada pelos pais, dá nascimento a um "FILHO IMORTAL" numa MANJEDOURA DE ESTÁBULO. Mais tarde, o "Santo Menino" desaparece e Mariatta se põe a procurá-lo. Ela pergunta a uma estrela, a "Estrela diretriz dos Países Nórdicos", onde se esconde o "Santo Menino", mas a estrela irritada responde-lhe:
Se eu soubesse, não t'o diria
Foi teu filho quem me criou
No frio, para brilhar sempre...
e nada mais diz à Virgem. A lua dourada tampouco consente em ajudá-la, pois o filho de Mariatta a criou e deixou no grande céu:
Aqui para vagar nas trevas,
Para vagar sozinha à noite,
Brilhando para o bem dos outros...
Somente o "Sol Prateado", tendo pena da Virgem-Mãe, lhe diz:
Acolá está a criança dourada
Lá repousa dormindo teu Santo-Menino
Encoberto pela água até a cintura
Escondido pelos caniços e juncos...
Ela traz de volta o Santo-Menino e, enquanto o chama de "Flor", outros o nomeiam o FILHO DA DOR.
Estaremos em presença de uma lenda pós-cristã? Absolutamente não, pois, como já foi dito, trata-se de uma lenda DE ORIGEM ESSENCIALMENTE PAGÃ e reconhecidamente pré-cristã.
Resulta que, com tais dados literários em mão, devem cessar as acusações sempre repetidas de idolatria e ateísmo. Aliás, o termo idolatria é de origem cristã. Foi empregado pelos primeiros nazarenos durante os dois primeiros séculos e metade do terceiro da nossa era, contra as nações que usavam templos e igrejas, estátuas e imagens, porquanto os primitivos cristãos não possuíam, NEM TEMPLOS, NEM ESTÁTUAS, NEM IMAGENS, e sentiam horror por essas coisas.
Por conseguinte, o termo "idólatras" convém mais aos nossos acusadores que a nós mesmos, como o provará este artigo. Com suas Madonas em todas as esquinas, seus milhares de estátuas de Cristo e Anjos de todas as formas, até a de Santos e Papas, é bastante perigoso para um católico acusar um hindu ou budista de idolatria.
Do ponto de Luz na Mente de Deus Flua luz às mentes dos homens; Que a Luz desça à Terra.
Do ponto de Amor no Coração de Deus, Flua amor aos corações dos homens; Que o Cristo volte à Terra.
Do centro onde a vontade de Deus é conhecida, Guie o propósito as pequenas vontades dos homens; O propósito que os Mestres conhecem e servem.
Do centro a que chamamos raça dos homens, Cumpra-se o Plano de Amor e Luz E mure-se a porta onde mora o mal.
Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.
"A Invocação ou Oração acima não pertence a nenhuma pessoa ou grupo mas a toda a Humanidade. A beleza e a força desta Invocação repousam em sua simplicidade e em sua expressão de certas verdades centrais que todos os homens, inata e normalmente , aceitam a verdade da existência de uma Inteligência básica a Quem nós vagamente damos o nome de Deus; a verdade que por trás de toda aparência exterior, o poder motivador do universo é o Amor; a verdade que uma grande Individualidade veio à terra, chamada pelos cristãos, o Cristo, e encarnou aquele amor de modo que o pudéssemos compreender; a verdade que tanto o amor como a inteligência são efeitos do que é chamada a Vontade de Deus; e, finalmente, a verdade auto-evidente que somente através da própria humanidade pode o Plano Divino realizar-se."
Contado pelo Sr. C.W. Leadbeater a alguns íntimos em Nova Zelândia.
Talvez todos vós tenhais lido o livrinho “Aos Pés do Mestre” e, se algum dos presentes há que ainda não o leu, deve tratar de fazê-lo. Se lestes o prefácio deste livro, deveis Ter notado que consiste nas instruções dadas a Alcione, por seu Mestre K.H., o Ser que, séculos passados, esteve entre nós como Pitágoras. Eu mesmo me achava presente, quando as lições foram dadas, porque era essa uma das partes do meu trabalho, juntamente com o auxílio que devia prestar ao meu jovem amigo Alcione. Tais lições eram dadas durante o sono. Cabia-me o dever de levá-lo todas as noites ao Mestre. Devemos lembrar-nos que o corpo de Alcione contava, nessa ocasião, treze anos, apenas, de idade e qualquer coisa que se lhe tinha de transmitir devia ser tão clara e simples quanto fosse possível, a fim de que um cérebro de 13 anos a pudesse compreender. Tinha-se também de enfrentar a dificuldade de uma língua estrangeira, a inglesa, tanto mais que devia haver no texto a maior clareza possível.
Apesar dessas dificuldades, o texto contém tudo quanto é necessário à primeira Iniciação.
Cada noite, o Mestre dava, mais ou menos, 15 minutos de lição; porém, sempre no fim da lição, o Mestre resumia, numa singela frase, tudo quanto havia ensinado. De manhã, Alcione escrevia o texto.
Devo dizer-vos que a obra não contém todos os textos escritos, porém somente o resumo deles. Foi desse modo que obtivestes um conjunto de lições, segundo a linha do Boddhisattva.
Depois Alcione foi a Benares e ali instruiu algumas pessoas; escreveu-me de lá para Adyar, pedindo lhe mandasse todas as notas que havia tomado. Algumas estavam em cadernos, outras em pedaços de papel; juntei-as e fiz uma cópia a máquina. Lembrei-me, porém, que, segundo palavras do Mestre, devia levá-las a Ele antes de as enviar a Alcione. Assim o fiz. O Mestre acrescentou duas sentenças que nós havíamos omitido.
“Antes que façamos qualquer coisa para o Mundo, mostremo-la ao Instrutor do Mundo” (1), disse-me o Mestre.
(1) Entre os cristãos, Instrutor do Mundo é o Cristo Nosso Senhor e, entre os budistas, é o Sr. Maitreya (o Senhor da Bondade). São nomes diferentes para o mesmo grande Ser.
Ele mesmo o levou (o texto escrito); eu o acompanhei. O Senhor (o Instrutor do Mundo) o leu e aprovou. Foi Ele mesmo quem nos disse: “Deveis imprimir isto num pequeno e precioso livrinho – para introduzir Alcione no mundo”.
Verdade é, não havíamos pensado em tal coisa, nem desejávamos apresentar ao mundo uma criatura ainda tão jovem. Mas, no mundo do Ocultismo, devemos fazer o que se nos ordena, sem vacilação nem receio, porque os nossos superiores sabem mais do que nós o que podemos alcançar.
O Instrutor do Mundo tinha razão. Nós é que nos tínhamos enganado. Todos os inconvenientes que receávamos realmente se deram, porém a imensidade dos benefícios espalhados foi de tal ordem e magnitude que, com presteza, desapareceram os superficiais e ligeiros inconvenientes.
Milhares e milhares de pessoas nos têm dito que tão benfazejas lhes foram essas lições, que chegaram a mudar completamente a corrente inteira de suas vidas.
Este pequenino livro mostra e nos ensina com que espírito serão formuladas as lições do Mestre: O Amor será a sua chave (isto é, a sua nota fundamental).
Para quem ainda não viu o filme, Avatar trata de uma expedição humana a um outro planeta chamado Pandora.
Pandora é tido pelos humanos, exploradores de um raro minério, como um planeta que oferece inúmeros perigos. Dentre os perigos naturais estão incluídos os nativos.
Este povo de raríssima sensibilidade está conectado com a natureza do planeta de tal forma que podem se comunicar através das árvores e com os animais.
Todo o planeta mostra atributos astrais/etéricos que evidentemente os humanos não percebem, tudo cintila em multi cores para os nativos. Já o próprio nome do planeta suscita muitos simbolismos ligados a mitologia:
"- Na mitologia grega, Pandora (do grego: Πανδώρα, "a que tudo dá", "a que possui tudo"[1]) foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.
- Pode-se perguntar quanto ao sentido desta lenda: por que uma caixa, ou jarra, contendo todos os males da humanidade conteria também a Esperança? Na Ilíada, Homero conta que, na mansão de Zeus, haveria duas jarras, uma que guardaria os bens, outra os males. A Teogonia de Hesíodo não as menciona, contentando-se em dizer que sem a mulher, a vida do homem não é viável, e com ela, mais segura. Hesíodo descreve Pandora como um "mal belo" (καλὸν κακὸν/kalòn kakòn).
O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos (dos deuses)." (fonte Wikpédia)
O filme em si tem um roteiro (a primeira vista) bastante pobre, no entanto, a mensagem embutida gera grande reflexão sobre o rumo da humanidade atual, sobre o que estamos fazendo com a nossa casa, a Terra.
Os soldados humanos combatem os nativos de Pandora com armas pesadas, porém o povo juntamente com a força da natureza do planeta vencem seus inimigos.
Qualquer semelhança com os conflitos históricos entre os poderosos e os povos indígenas, ao meu ver não é mera coincidência!
Licença publicada no dia 1º de fevereiro de 2010 demonstra que questões centrais para avaliar o impacto da obra ainda não estão esclarecidas. Parecer Técnico do Ibama, do final de novembro de 2009 e que não foi disponibilizado na internet, denunciou pressão política da Presidência da República para liberar a obra e indicou que os estudos, superficiais, não conseguem prever o que acontecerá com os peixes num trecho de mais de 100 km de rio, e conseqüentemente com as pessoas que deles sobrevivem, sobretudo as comunidades indígenas ribeirinhas. Também revelou que não há medidas suficientes para controlar o afluxo de pessoas, que podem colapsar os serviços públicos e aumentar a disputa pela terra na região, já conhecida pela violência no campo.